Mensagem do dia (01/01/2016)

Como Mãe de Deus, Maria é a mãe por excelência. Como todas as mães são indescritíveis, ela ainda mais o será. Como todas as mães se dão, ela muito mais se dará. Como todas as mães apontam para além de si mesmas, Maria apontará para um nível muito mais elevado do que ela, que é Seu Filho, O Redentor do mundo.

Scott Hahn.

Mensagem do dia (30/12/2015)

O encontro de Deus com a humanidade não foi um simples contato, externo e transitório, mas uma união vital, uma união estável, uma união da natureza divina com a natureza humana, uma união substancial, hipostática como a chamaram os pais de nossa fé, uma união com a qual o Verbo de Deus, em sua infinita e eterna pessoa, fez sua a natureza humana, concebida no seio puríssimo da Virgem Maria, tornando-se deste modo o Homem Jesus Cristo, Deus e Verdadeiro Homem que, como Homem, nasceu, viveu, ensinou, sofreu e ressuscitou, sem deixar de ser o Deus que era, mas tornando-se o Homem que nós conhecemos e que na realidade somos. Pois bem: a recordação deste encontro é o Natal. Mais ainda: deve ser a continuação deste encontro.

Beato Paulo VI (Papa).

Mensagem do dia (26/12/2015)

Nesses dias, quantos Estêvãos existem no mundo. Pensemos nos nossos irmãos degolados na praia da Líbia; pensemos naquele jovem queimado vivo por seus companheiros porque era cristão; pensemos naqueles migrantes que em alto-mar foram jogados por outros, porque eram cristãos; pensemos naqueles etíopes assassinados porque eram cristãos. E tantos que nós nem sabemos, que sofrem nas prisões porque são cristãos.

Papa Francisco.

Qual o significado do Natal?

Atualmente, percebemos que o Natal tornou-se uma festa apenas comercial, com comemorações vazias e, no máximo, bastante sentimentalista. Afinal de contas, alguém ainda sabe o sentido do Natal? Linus, personagem clássico da Turma do Charlie Brown (Peanuts), nos revela qual o verdadeiro significado desta grande festa. Um feliz Natal a todos!

Mensagem do dia (23/12/2015)

Enferma, a nossa natureza precisava de ser curada; decaída, precisava de ser elevada; morta, precisava de ser ressuscitada. Tínhamos perdido a posse do bem; era preciso que nos fosse restituído. Encerrados nas trevas, precisávamos de quem nos trouxesse a luz; cativos, esperávamos um salvador: prisioneiros, esperávamos um auxílio; escravos, precisávamos dum libertador. Seriam razões sem importância? Não seriam suficientes para comover a Deus, a ponto de O fazer descer até à nossa natureza humana para a visitar, já que a humanidade se encontrava em estado tão miserável e infeliz?

São Gregório de Nissa.

Mensagem do dia (17/12/2015)

No Advento, celebramos a vinda e, em realidade, a presença de Cristo em nosso mundo. Damos testemunho da sua presença mesmo no meio de todos os seus problemas imperscrutáveis e de suas tragédias. Nossa fé no Advento não é uma fuga do mundo para dentro de uma região nebulosa de slogans e consolações que declaram ser nossos problemas irreais e nossas tragédias inexistentes.

Thomas Merton.

Mensagem do dia (14/12/2015)

Tão imensa é a luz espiritual de Deus, excedendo tanto ao entendimento natural, que, ao chegar mais perto d’Ele, o obscurece e cega. (…) Isto, as mesmas almas vão sentindo aos poucos, como algo que está próximo a Deus, e percebem este tabernáculo onde Ele mora, no momento em que Deus as vai unindo a Si mais de perto. E, assim, o que em Deus é luz e claridade mais sublime, é para o homem treva mais escura.

São João da Cruz.

Mensagem do dia (13/12/2015)

Observamos a grande humildade de João, ao reconhecer que a sua missão consiste em preparar o caminho para Jesus. Afirmando “Eu batizo-vos com a água”, quer dar a entender que a sua unção é simbólica. Com efeito, ele não pode eliminar nem perdoar os pecados: batizando com a água, ele só pode indicar que é necessário mudar de vida.

Dom Anselmo Chagas de Paiva.

Mensagem do dia (11/12/2015)

A vinda do Filho de Deus à terra é um acontecimento de tal imensidão que Deus quis prepará-lo durante séculos. Ritos e sacrifícios, figuras e símbolos da “Primeira Aliança”, tudo ele faz convergir para Cristo; anuncia-o pela boca dos profetas que se sucedem em Israel. Desperta, além disso, no coração dos pagãos a obscura expectativa desta vinda.

Catecismo da Igreja Católica.