Mensagem do dia (05/04/2015)

Se o Cristo não ressuscitou para abrir o caminho de nossa ressurreição, nós somos todos mal venu, e todos nós temos cheiro de morte. Ao contrário, ressuscitando Cristo, como nos dizem a Fé e a Esperança, então não é somente o morto do último lance de vida que se erguerá, é toda a vida, são todos os malogros, todos os sofrimentos desta longa vida que ganharão sentido e forma harmoniosa, porque foi principalmente por esse crivo que imitamos o Cristóvão que se carrega a si mesmo e nos carrega todos para a terra dos ressuscitados, aleluia.

Gustavo Corção.

Mensagem do dia (04/04/2015)

O mundo inteiro, que celebra a vigília pascal durante toda esta noite, testemunha a grandeza e a solenidade da mesma. E com razão: nesta noite a morte foi vencida, a Vida está viva, Cristo ressuscitou dos mortos. (…) A morte, que sempre fora vitoriosa, foi vencida pela morte d’Aquele que a venceu. A Vida aceitou morrer para desconcertar a morte. Da mesma forma que, ao nascer do dia, as trevas desaparecem, assim foi a morte aniquilada, quando se ergueu a Vida eterna.

São Cromácio de Aquiléia.

Mensagem do dia (02/04/2015)

Cristo não apenas limpou nossas manchas, mas tomou sobre si mesmo as penas incorridas pelas nossas faltas. Nossas penas e nossa penitência seriam insuficientes, se não tivessem por fundamento o mérito e a eficácia da Paixão de Cristo. O que é significado pelo ter secado os pés dos discípulos com um linho, isto é, o linho de seu corpo.

São Tomás de Aquino.

Mensagem do dia (22/03/2015)

A vossa fé reconhece, meus irmãos, este grão lançado à terra, este grão que a morte multiplicou. A vossa fé reconhece-O porque Ele habita nos vossos corações. Nenhum cristão hesita em crer no que Cristo disse acerca de Si próprio. Mas, uma vez que este grão morreu e se multiplicou, muitos outros grãos foram lançados à terra.

Santo Agostinho.

Mensagem do dia (15/03/2015)

Estas palavras pronunciadas por Cristo no colóquio com Nicodemos, introduzem-nos no próprio centro da ação salvífica de Deus. Elas exprimem também a própria essência da soteriologia cristã, quer dizer, da teologia da salvação. E salvação significa libertação do mal; e por isso mesmo está em relação íntima com o problema do sofrimento. Segundo as palavras dirigidas a Nicodemos, Deus dá o seu Filho ao “mundo” para libertar o homem do mal, que traz em si a definitiva e absoluta perspectiva do sofrimento. Ao mesmo tempo, a palavra “dá” (“deu”) indica que esta libertação deve ser realizada pelo Filho unigênito, mediante o seu próprio sofrimento. E nisto se manifesta o amor, o amor infinito, quer do mesmo Filho unigênito, quer do Pai, o qual “dá” para isso o seu Filho. Tal é o amor para com o homem, o amor pelo “mundo”: é o amor salvífico.

São João Paulo II (Papa).