Mensagem do dia (17/02/2021)

Anotei no meu caderno minhas resoluções quaresmais, mas quero confirmá-las aqui. Devo verdadeiramente renovar minha vida, e é a Deus a quem peço com toda simplicidade transformar-me. Quero interiormente viver mais espiritualmente, exteriormente ser mais gentil e amável para fazer Deus melhor amado, que é o início e o fim de minha vida espiritual. Mais do que nunca, eu quero esconder no Coração de Jesus minhas boas obras, minha abnegação, pregar somente pelo exemplo, não falar nada de mim mesma e pouco de Deus, já que neste triste mundo só escandalizamos ou irritamos os outros mostrando nosso amor a Deus. Mas sempre que alguém se aproxima de mim, ou sempre que parecer ser a vontade de Deus que eu me aproxime de alguém, eu o farei simplesmente, muito prudentemente, e desaparecerei tão logo a tarefa estiver cumprida, não misturando pensamento de mim mesma na ação de Deus. E se tiver que ser incompreendida, criticada ou julgada desfavoravelmente, tentarei me alegrar lembrando-me de nosso divino modelo, e buscarei ser de nenhuma importância na estima dos outros. Eu que de fato sou tão pobre e pequena aos olhos de Deus.

Élisabeth Leseur.

Mensagem do dia (05/03/2019)

Numa outra vez, no tempo de carnaval, apresentou-me, após a santa comunhão, sob a forma de Ecce Homo, carregando a cruz, todo coberto de chagas e ferimentos. O Sangue adorável corria de toda parte, dizendo com voz dolorosamente triste: “Não haverá ninguém que tenha piedade de mim e queira compadecer-se e tomar parte na minha dor no lastimoso estado em que me põem os pecadores, sobretudo, agora?”

Santa Margarida Maria Alacoque.

Mensagem do dia (18/11/2018)

O fruto do mundo é a sua ruína; só cresce para depois cair; não brota senão para fazer perecer com calamidades tudo o que nele desponta. É por isso que o Reino de Deus é comparado com o verão, pois nessa altura as nuvens da nossa tristeza passarão e os dias da vida brilharão com a claridade do Sol eterno.

São Gregório Magno (Papa).

Mensagem do dia (20/05/2012)

O regresso de Cristo a Seu Pai é ao mesmo tempo fonte de pesar, por ser sinônimo da Sua ausência, e fonte de alegria, por significar a Sua presença. (…) Não O vemos sequer, mas no entanto, pela fé, sentimos a Sua presença porque Ele está ao mesmo tempo acima de nós e em nós. Por conseguinte, sentimos pesar, porque não temos consciência dessa presença, e ao mesmo tempo alegria, porque sabemos a Quem possuímos.

Beato John Henry Newman.