Mensagem do dia (13/05/2017)

Assim como, na ordem natural, é preciso que uma criança tenha um pai e uma mãe, do mesmo modo, na ordem da graça, é necessário que um verdadeiro filho da Igreja tenha Deus por pai e Maria por mãe; e, se ele se gloria de ter Deus por pai, não tendo o carinho de um verdadeiro filho por Maria, é um farsante que não tem senão o demônio por pai.

São Luís Maria de Montfort.

Mensagem do dia (19/03/2016)

Se São José foi escolhido para Esposo de Maria, a mais santa de todas as mulheres, é porque ele era o mais santo de todos os homens. Se houvesse alguém mais santo que José, certamente seria este escolhido por Jesus para Esposo de Sua Mãe Maria. Nós não pudemos escolher nosso pai e nossa mãe, mas Jesus pôde, então, escolheu os melhores que existiam.

São Bernardo de Claraval.

Mensagem do dia (01/01/2016)

Como Mãe de Deus, Maria é a mãe por excelência. Como todas as mães são indescritíveis, ela ainda mais o será. Como todas as mães se dão, ela muito mais se dará. Como todas as mães apontam para além de si mesmas, Maria apontará para um nível muito mais elevado do que ela, que é Seu Filho, O Redentor do mundo.

Scott Hahn.

Mensagem do dia (05/08/2012)

A Virgem Maria deu Jesus Cristo à luz, aqueceu-O nos seus braços, envolveu-O em panos e rodeou-O dos seus cuidados maternais. E é o corpo desse mesmo Jesus que hoje recebemos, é o Seu sangue redentor que bebemos no sacramento do altar. É isso que a fé católica tem por verdadeiro, é isso que a Igreja ensina com fidelidade.

São Pedro Damião.

Controle das natalidade leva ao desespero milhões de chinesas

Na China, todo ano, mais de 13 milhões de crianças são mortas no seio materno por aborto, informou LifeNews.

O 55% do total das chinesas já sofreu um. 27,3 % dos mais de 100 milhões de mulheres na faixa dos 20 já tiveram um filho assassinado.

O 35,97% de 8.846 mulheres que abortaram em Pequim em 10 hospitais, o fizeram por segunda vez num período inferior a um ano. Estas macabras estatísticas foram apresentadas pelo governo em Xangai.

As estatísticas oficiais constatam que 70,7% das mulheres quer ter mais filhos. Porém, elas são forçadas pelo governo socialista a abortar, se esterilizar ou a alguma outra violência contra seus direitos e instintos mais básicos.

O ministro Jiang Fan reconheceu que essas mães sofrem de solidão e contraem doenças psíquicas. Mas, com a insensibilidade amoral da planificação socialista, na hora de apresentar estes dados o Dr Liu Xiaoai, vice-diretor do Shanghai Institute of Family Planning Technical Instruction, pediu mais anticonceptivos e mais técnicas contra a concepção.

A política abortista do socialismo chinês trouxe imensos problemas socioeconômicos derivados do desequilíbrio entre o número de homens e mulheres (as crianças de sexo feminino são as mais abortadas), falta de esposas (o que leva a comprá-las) tráfico sexual, prostituição e escalada recorde dos suicídios e da AIDS.

Fonte: Pesadelo Chinês.

América Latina celebra dia da criança por nascer

Diversos atos e discursos prestam homenagem aos não-nascidos

Por Carmen Elena Villa

BUENOS AIRES, quarta-feira, 25 de março de 2009 (ZENIT.org).- «Sempre devemos alegrar-nos pelo pequeno ser humano oculto aos nossos olhos, mas vivo no seio materno», explicou à Zenit Dom José Antonio Eguren, arcebispo de Piura (Peru) e presidente da Comissão Episcopal da Família, Infância e Vida.

Cada vez são mais os lugares que, no dia 25 de março, comemoram o Dia da Criança por nascer. A data se deve à celebração da solenidade da Anunciação-Encarnação do Menino Jesus no seio de Maria.

El Salvador foi o primeiro país que decretou uma celebração deste tipo em 1993, com o nome de «Dia do Direito a Nascer». Assim proclamou a Assembléia Legislativa graças aos esforços do movimento pró-vida, especialmente à proposta da «Fundação Sim à Vida» (afiliada à «Vida Humana Internacional»).

Por sua parte, em 7 de dezembro de 1998, o então presidente argentino, Carlos Saúl Menem, declarou 25 de março como «Dia da Criança por Nascer», a pedido de uma carta enviada pelo Papa João Paulo II.

Países como Guatemala, Chile, Costa Rica, Bolívia, Nicarágua, República Dominicana, Peru e El Salvador se uniram de maneira oficial a esta celebração.

Também as conferências episcopais de outros países, entre eles Colômbia, Equador e Panamá, uniram-se para recordar nesta data as milhares de crianças que estão em perigo de morrer no ventre materno.

Além dos encontros, passeatas, shows e conferências que marcam os acontecimentos desta semana, algumas mensagens motivam a celebração desta data. Para o arcebispo do Panamá, Dom José Dimas Cedeño Delgado, «não podemos deixar-nos influenciar pelas teorias de pseudocientistas materialistas que afirmam alegremente que a vida humana começa a existir semanas ou meses depois da concepção».

A conferência episcopal colombiana assegurou em um comunicado que esta celebração «nos leva a pensar em todas as mães, especialmente naquelas que por alguma situação específica se sentem tentadas a não chegar até o final com a gravidez».

«Houve um momento em que Jesus Cristo, como nós, foi um embrião, ou seja, uma Criança por nascer. No caso de que tivéssemos atentado contra Ele no seio de sua Mãe, teríamos cometido o mesmo crime que os soldados romanos consumaram no Calvário», assegurou Dom Eguren.

Fonte: Zenit.

Dia 25 de março “Dia Nacional do nascituro” em toda a América Latina: uma campanha internacional por uma cultura da vida humana

Roma (Agência Fides) – No dia 25 de março, solenidade da Anunciação do Senhor, em vários países da América Latina se celebrará o “Dia Nacional do nascituro”. Esta prática está se estendendo de ano em ano depois do ataque sempre mais freqüente contra a vida humana nascente. A Conferência Episcopal da Colômbia, através da Seção para a Família, promove este evento, unindo-se assim à campanha internacional iniciada pela Igreja por uma cultura pela vida humana. Este dia recorda que “a criança que está para nascer é um ser humano, um filho de Deus, que merece toda atenção, tanto da parte dos pais que a geraram quanto pela sociedade que deste modo se vê enriquecida de um novo membro”.

“Diante de um ambiente que procura prescindir de muitos seres indefesos, lê-se no material preparado para a ocasião, somos chamados a lutar a fim de que a nova vida das crianças nascituras possam se desenvolver e chegar à sua plenitude: em casa que acolhe com a experiência do amor sincero e fiel dos esposos e dos pais, e na sociedade que reconhece os seus direitos fundamentais e facilita a elas as possibilidades de chegar a uma maturidade pessoal”.

Os temas propostos para a reflexão neste Dia 2009 são: “reafirmar o valor de toda vida humana desde a concepção até a morte natura; promover a cultura da vida humana; despertar a solidariedade: acompanhar as mães gestantes; rezar a fim de que tenha em nosso país respeito por toda vida humana”.

A Conferência Episcopal propõe além disso, uma série de iniciativas de caráter formativo, social, cultural e religioso para celebrar este dia, entre elas: “assembléias familiares para o estudo dos temas durante a semana de 24 a 31 de março; laboratórios de formação sobre paternidade e a maternidade responsável; projeção de vídeo sobre o tema do aborto; encontros e convivências com agentes de saúde dos hospitais e das clínicas; laboratórios de formação com dirigentes públicos e agentes de saúde sobre objeção de consciência e sobre o consenso informado; lançamento do dia através dos meios de comunicação; realização de marchas e manifestações culturais em defesa da vida humana, celebração eucarística e bênção das mães gestantes”.

No Chile, no dia 24 de março às 19 horas, na Catedral de Santiago se realizará uma Santa Missa que será presidida por Dom Fernando Chomali, bispo auxiliar de Santiago, e concelebrada pelo Padre Marcos Burzawa, Msf. Durante a celebração, organizada pelo Departamento pela Família e pela Rede para a Vida e a Família, se realizará a entrega da imagem da Virgem de Guadalupe, a grande advogada e patrocinadora da vida humana, reafirmando o compromisso da Igreja no Chile em favor da vida. “A idéia é celebrar o maravilhoso ato de amor que é o florescimento de um novo ser e, com isso, promover uma cultura da vida em nossa sociedade”, explicou Pe. Burzawa.

No âmbito das celebrações deste ano, a Rede para a Vida premiará pelo seu trabalho em defesa da vida, Patrícia Mondaca, Diretora do Centro de Atenção às Jovens Grávidas de “Maria Ajuda”, e ao Jornalista da Rádio “O Conquistador” de Temuco, Luis Muñoz. A cerimônia de entrega dos prêmios se realizará no dia 25 de março, às 13 horas, no Auditório da Sede do Instituto DUOC de Ponte Alto. No Chile o evento se celebra desde o dia 18 de maio de 1999, data em que o senado aprovou, por unanimidade, um projeto no qual solicitava o Presidente da República a declarar o dia 25 de março de cada ano, “Dia do nascituro”. (RG)

Fonte: Agência Fides.

A gravidade do aborto

Por Dom Fernando Arêas Rifan.

Na polêmica suscitada em torno da questão da menina violentada em Pernambuco, alvo depois de um aborto provocado, há o perigo de se desviar o foco do ponto central de toda a questão: a gravidade do pecado do aborto voluntário.

Considerando-se o feto como um ser humano, apesar de ainda em formação, – como, aliás, também o é um bebê recém-nascido – com código genético, conjunto de cromossomos e personalidade independente da sua mãe, como o comprova a própria ciência moderna, a sua morte provocada vem a se constituir em um voluntário e direto ato de se tirar a vida de um ser humano inocente, ato ilícito perante a lei natural e a lei positiva de Deus.

A conseqüência dessa consideração é que nada poderá justificar o tirar diretamente a vida de um inocente, nenhuma razão ou pretexto, por mais louváveis e bem intencionados que sejam, como proteger a vida de outrem, salvar a honra de alguém, diminuir a pobreza da família, evitar o escândalo, etc. É princípio básico de moral que não se pode fazer diretamente o mal para se obter um bem. E quando se trata de princípios, não adianta tentar contradizê-lo apelando para argumentos sentimentais.

Assim como a Igreja, o Estado também considera como o maior bem a vida humana.

A excomunhão é uma pena aposta pela Igreja a um pecado grave, com o objetivo de alertar os católicos sobre a gravidade de tal ato, no nosso caso, o pecado grave do aborto voluntário e o prejuízo irreparável causado ao inocente morto. Isso não quer dizer que outros pecados graves, que não tenham sobre si tal pena, sejam permitidos ou com culpabilidade diminuída. A Igreja está tomando a defesa de um inocente, que não tem voz nem outros meios de se defender, o feto no útero materno.

Mas existe sim uma gradação na gravidade dos pecados. Jesus disse a Pilatos que quem o havia entregue a ele tinha maior pecado do que ele, Pilatos (Jo 19,11).

Dom José Cardoso Sobrinho, arcebispo de Olinda e Recife, que tem toda a nossa solidariedade, não excomungou os que diretamente provocaram tal aborto, apenas anunciou que tal ato constituía um delito canônico punido automaticamente com a excomunhão. Nem muito menos defendeu o crime hediondo do padrasto.

Ademais, há que se ter em conta uma segunda opinião de médicos abalizados: a menina não corria risco de vida imediato e a gravidez poderia ter sido levada até mais adiante, quando os fetos já seriam considerados viáveis, fazendo-se então até mesmo um parto cesariano, se fosse preciso. Assim se teriam salvado duas vidas, sem o trauma do aborto para a mãezinha e sem o pecado diante de Deus.

Infelizmente, só quem defendeu essas duas vidas que se perderam foi a Igreja. E a voz delas foi a única que não se ergueu contra a Igreja.

Fonte: Folha da Manhã, de Campos.

Truque besta

Por Olavo de Carvalho.

O sr. presidente da República mostra-se escandalizado, chocado, abalado até o fundo de seus sentimentos éticos mais nobres quando a Igreja discorda de sua singela opinião de que para proteger uma criança deve-se matar duas.

Se ele fosse ateu, budista ou membro da Seicho-no-Ie, tudo o que os católicos poderiam fazer diante de seu discurso abortista seria resmungar. Mas ao defender o aborto como dever moral ele insiste em enfatizar que o faz “como cristão e católico”, o que o enquadra, sem a mais mínima possibilidade de dúvida, na categoria dos heresiarcas. Heresia, para quem não sabe, não é qualquer doutrina adversa à da Igreja: é falsa doutrina católica vendida como católica – exatamente como o discurso presidencial contra Dom José Cardoso Sobrinho.

Mas, no fundo, isso não faz a menor diferença. Por seu apoio continuado e impenitente aos regimes e partidos comunistas, Lula já está excomungado latae sententiae faz muito tempo e não precisa ser excomungado de novo. A excomunhão latae sententiae, isto é, “em sentido amplo” decorre automaticamente de ações ou palavras, independentemente de sentença oficial e até mesmo de aviso ao excomungado. Na mesma categoria encontra-se a sra. Dilma Roussef. A presença de qualquer um desses dois num templo católico – quanto mais junto ao altar, na condição de co-celebrantes – é uma ofensa intolerável a todos os fiéis, e só o oportunismo de um clero corrupto até à medula explica que ela seja tolerada e até festejada entre sorrisos de subserviência abjeta. Neste caso, como em todos os similares, a covardia e a omissão não explicam tudo. Alguém manda nos covardes e omissos, e este alguém não é nada disso: é ousado e ativíssimo a serviço do comunismo.

Quanto ao exército inteiro dos que se fingem de indignados junto com o sr. presidente – e ainda o apóiam nesse paroxismo de hipocrisia que é o “Dia Nacional de Luta contra a Hipocrisia” -, seu papel no caso é dos mais evidentes. Os estupros de crianças, cujo número crescente escandaliza e choca a população, são constantemente alegados por essa gente como pretextos para debilitar a autoridade dos pais e submeter as famílias a controles governamentais cada vez mais invasivos. A ONU, os partidos de esquerda, a mídia iluminada, os educadores progressistas e uma infinidade de ONGs – as mesmas entidades que promoveram o feminismo, o divórcio, o gayzismo e todos os demais movimentos que destruíram a integridade das famílias – posam hoje como os heróicos defensores das crianças contra o risco permanente de ser estupradas por seus próprios pais. Toda a credibilidade dessas campanhas advém da ocultação sistemática de um dado estatístico inúmeras vezes comprovado: a quase totalidade dos casos de abuso sexual de crianças acontecem em casas de mães solteiras, cujo namorado – ou namorada – é o autor preferencial desse tipo de delitos. Na Inglaterra, os filhos de mães solteiras sofrem 73 vezes mais abusos fatais – e 33 vezes mais abusos sérios sem morte – do que as crianças criadas em famílias completas. Nos EUA, 55 por cento dos assassinatos de menores de idade acontecem em casas de mães solteiras. Raríssimos casos de abusos de menores acontecem em lares íntegros, com um pai e uma mãe regularmente casados. A presença de um pai é, hoje como sempre, a maior garantia de segurança física para as crianças. Aqueles que removeram esse pai, entregando as crianças à mercê dos amantes de suas mães, são diretamente culpados pela epidemia crescente de violência contra crianças, e são eles mesmos que tiram proveito dela, arrogando-se cada vez mais autoridade para solapar a da família constituída e colocar um número cada vez maior de crianças sob a guarda de assistentes sociais politicamente corretos.

A seqüência dialética é de uma nitidez impressionante. Tese: a pretexto de proteger mulheres e crianças, procede-se à demolição da autoridade paterna, bem como dos princípios morais que a sustentam; antítese: nas famílias desfeitas – surpresa! -, proliferam os estupros e a gravidez infantil; síntese: o aborto é elevado à categoria de obrigação moral, e em seu nome o Estado condena a religião como imoral e desumana e se autoconstitui em guia espiritual da sociedade.

Pensando bem, é um truque simples, até besta. Mas o tempo decorrido entre a tese e a síntese torna invisível a continuidade do processo aos olhos da multidão.

Fonte: site de Olavo de Carvalho.

Menina estuprada de 9 anos é mãe mais jovem do Peru

LIMA, 2 dez (AFP) – Uma menina de nove anos deu à luz um menino neste sábado, fruto de um estupro, em um hospital público de Lima, informou o ministro peruano de Saúde, Carlos Vallejos.

O bebê nasceu com 2,520 kg e 47 cm e apresenta dificuldades respiratórias. Por isso, permanece na UTI.

A mãe precoce receberá ajuda psicológica, e seu filho terá toda assistência de que precisar, ressaltou o ministro Vallejos, após visitá-la.

“Ela permanecerá no hospital todo o tempo que for necessário até que seu filho e ela estejam em perfeitas condições”, declarou.

A garota foi vítima de abuso sexual de um primo de 29 anos, em um povoado pobre da província de Pachitea, no departamento centro-andino de Huánuco.

O caso comoveu o Peru, quando sua gestação foi revelada em setembro passado, tornando-a a mãe mais jovem do país.

Fonte: Uol/AFP.