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Jornada Cristã


quarta-feira, 1 de abril de 2009



Na China, todo ano, mais de 13 milhões de crianças são mortas no seio materno por aborto, informou LifeNews.

O 55% do total das chinesas já sofreu um. 27,3 % dos mais de 100 milhões de mulheres na faixa dos 20 já tiveram um filho assassinado.

O 35,97% de 8.846 mulheres que abortaram em Pequim em 10 hospitais, o fizeram por segunda vez num período inferior a um ano. Estas macabras estatísticas foram apresentadas pelo governo em Xangai.

As estatísticas oficiais constatam que 70,7% das mulheres quer ter mais filhos. Porém, elas são forçadas pelo governo socialista a abortar, se esterilizar ou a alguma outra violência contra seus direitos e instintos mais básicos.

O ministro Jiang Fan reconheceu que essas mães sofrem de solidão e contraem doenças psíquicas. Mas, com a insensibilidade amoral da planificação socialista, na hora de apresentar estes dados o Dr Liu Xiaoai, vice-diretor do Shanghai Institute of Family Planning Technical Instruction, pediu mais anticonceptivos e mais técnicas contra a concepção.

A política abortista do socialismo chinês trouxe imensos problemas socioeconômicos derivados do desequilíbrio entre o número de homens e mulheres (as crianças de sexo feminino são as mais abortadas), falta de esposas (o que leva a comprá-las) tráfico sexual, prostituição e escalada recorde dos suicídios e da AIDS.

Fonte: Pesadelo Chinês.

Postado às 12:52 | Tags: , , , , , , , , , , ,

6 Comentários

  1. guilheme disse:

    uma noticia pouco esclarecedora sem um debate sobre a realidade chinesa,e repleta de falsos conceitos sobre o modo de produção chines.

  2. JORNADA CRISTÃ disse:

    Pois não! Então, vamos debater. A notícia é “pouco esclarecedora”, é? Então, esclareça a todos nós. Fale um pouco sobre a “realidade chinesa” e explicite quais são os “falsos conceitos sobre o modo de produção chinês” citados na reportagem. Lembrando que o único site em língua portuguesa que fala realmente alguma coisa sobre o que está acontecendo na China é o Pesadelo Chinês.

  3. Eduardo Araújo disse:

    Pouco, ou melhor, NADA esclarecedor é um comentário idiota que pretende fazer uma crítica a um texto, sem apontar um ponto sequer de argumentação, muito menos dados sobre a realidade chinesa que insinua conhecer.

    Cada imbecilidade que aparece … Deveríamos, então, aceitar que o texto é uma “notícia pouco esclarecedora” e “repleta de falsos conceitos”, apenas porque o engraçadinho afirma isso, pois sim?

    E ainda por cima reclama ausência de debate. Hilário.

  4. Karina disse:

    Tão pouco esclarecedora a notícia que qualquer um que for procurar algumas informações sobre o controle familiar na China vai encontrar mais ou menos as mesmas coisas. Teríamos, então, que chamar todas as reportagens de pouco esclarecedoras. Aqui é o verdadeiro “os números falam por si só”. Nenhum modelo de “produção e economia” justificaria tamanho desrespeito à vida.

    Já li várias reportagens sobre o caos que a China vem enfrentando por conta da política do filho único. Homossexualismo, tráfico de mulheres, prostituição, suicídio… No portal do Terra dia desses saiu a reportagem, essa política está tão arraigada que mesmo os chineses que moram fora da China tem medo do segundo filho, e geralmente abortam as meninas (dá-lhe o direito da mulher abortar!!)

    Ainda tentaram falar um pouco dessa ditadura quando daquele terremoto que matou várias crianças e adolescentes, inclusive o governo foi “bonzinho” e “deixou” os pais terem outro filho, como se filho fosse uma mercadoria a ser substituída.

    Ainda que funcionasse assim, boa parte daqueles pais NÃO pode ter mais filhos, porque foram esterelizados. Fica a dor, somente, e a obediência forçada a um regime de governo. E o governo… bom, o governo contabiliza com certo grado as pessoas a menos no grande sistema chinês.

  5. Thiago Piza disse:

    Verdadeiras fábricas de Morte Chinesas!

  6. Manuela Rangel disse:

    Há poucos anos atrás, a SIC Notícias transmitiu uma reportagem sobre a natalidade chinesa, reportagem feita à rebelia das autoridades daquele país. Ainda, hoje, tenho muito gravado na minha memória a maneira como são criadas as crianças, sobretudo as meninas. Os pais, geralmente só podem terum filho (menino ou menina), mas o segundo filho se vier têm que ser menino. Se for menina os pais têm que abortar ou correm o risco de grandes represálias e, neste caso para os pais não serem castigados abandonam as criancas que são levadas para asilos onde são mais maltratadas que os animais mais maltratados.
    Ainda, recordo bem o espectáculo muito triste e arrepiante da maneira como são tratadas por pessoal reduzido e muito pouco ou nada humano !!! Tinham uns bancos onde sentavam várias das pobres pequeninas, com uma mesa e ali ficavam sentadas chorando sem que ninguém lhes valesse! As mais pequeninas deitadas em em camas onde cabiam várias crianças que eram tratadas sem amor algum, as funcionárias tratavam aquelas crianças como se tratassem de “coisas”. nessa reportagem após mostrar o degredo do tratamento desses seres pequeninos. muitas vezes, com muitos problemas de locomoção e, como estavam muito tempo sentadas, as suas perninhas acabavam por enyrar em gangrenas e com os seus pézinhos dependurados para maior sofrimento. Lembro.me bem, de uma criança muito mage
    rinha sentada numa cadeira com os seus pézinhos em cima do assento todos negros e cheios de feridas!!! Mais chocantes era o quarto onde as crianças mais debilitadas esperavam que a morte chegasse para as aliviar de tal sofrimento! num quarto escuro foram dar com uma menina esquelética, muito maltratadinha, só visto, que não queria que lhe tocassem cheia de medo! Uma das senhoras repórteres, pouco a poco, começou a afagá-la até que essa criança sentiu que a tratavam duma maneira diferente e começou a aceitar as carícias e apareceu um leve sorriso nos seus lábios. quando se despediram dessa infeliz criança, ela soltou um grito de grande sofrimento e de abandono… ainda hoje me arrepio ao lembrar-me deste anjinho!!! A equipa que fez a reportagem procurou saber dela no dia seguinte e souberam que nessa noite tinha sido liberta de tal sofrimento pela falecimento! As pessoas que deixaram as suas mensagens anteriors não viram, com certeza, esta reportagem que é muito difícil esquecer!!!

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