Mensagem do dia (07/06/2020)

Eis a regra da nossa fé, eis o fundamento do nosso edifício, eis aquilo que dá firmeza ao nosso comportamento. Em primeiro lugar: Deus Pai, incriado, ilimitado, invisível, Deus uno, criador do universo; é o primeiro artigo da nossa fé. Segundo artigo: o Verbo de Deus, Filho de Deus, Jesus Cristo, Nosso Senhor, que foi revelado aos profetas segundo o gênero das suas profecias e segundo os desígnios do Pai; por meio de Quem todas as coisas foram feitas; no final dos tempos, para recapitular todas as coisas, dignou-Se encarnar, aparecendo entre os humanos, visível, palpável, para destruir a morte, fazer surgir a vida e operar a reconciliação entre Deus e o homem. Terceiro artigo: o Espírito Santo, por Quem os profetas profetizaram, os nossos pais conheceram as coisas de Deus e os justos foram conduzidos para a via da justiça; no final dos tempos, foi enviado aos homens de uma maneira nova, a fim de os renovar em toda a face da terra, para Deus.

Santo Irineu de Lyon.

Mensagem do dia (22/04/2018)

Ao conduzir o seu rebanho à pastagem, ou ao regressar de lá, o bom pastor reúne todos os cordeirinhos que ainda não conseguem andar; toma-os nos braços e leva-os junto ao peito; leva também as ovelhas que vão dar à luz e as que acabaram de ter os filhos. Assim faz Jesus Cristo: dia após dia alimenta-nos com os ensinamentos do Evangelho e os sacramentos da Igreja. Reúne-nos nos Seus braços, estendidos sobre a cruz, “para congregar na unidade os filhos de Deus que estavam dispersos”. Aconchega-nos no seio da Sua misericórdia, como uma mãe aconchega o seu filho.

Santo Antônio de Pádua.

Mensagem do dia (22/02/2018)

Pedro deve ser, ao longo dos tempos, o guardião da comunhão com Cristo; deve conduzir à comunhão com Cristo; deve preocupar-se por que a rede não se rompa e assim possa perdurar a comunhão universal. Só juntos podemos estar com Cristo, que é o Senhor de todos. A responsabilidade de Pedro é, assim, garantir a comunhão com Cristo, pela caridade de Cristo, conduzindo à realização desta caridade na vida de todos os dias.

Papa Bento XVI.

Mensagem do dia (09/11/2014)

A consagração que comemoramos hoje diz respeito, na realidade, a três casas. A primeira é o santuário material.(…)
A segunda casa de Deus é o povo, a comunidade santa que encontra a sua unidade nesta igreja, isto é, vós, que sois guiados, instruídos e alimentados por um só pastor ou bispo. É a casa espiritual de Deus, da qual a nossa igreja, esta casa material de Deus, é o sinal.(…)
A terceira casa de Deus é qualquer alma santa devotada a Deus, a Ele dedicada pelo batismo, tornada templo do Espírito Santo e morada de Deus.

Lansperge, o cartuxo.

Mensagem do dia (17/10/2013)

Desempenha bem tua missão com toda a diligência corporal e espiritual. Tem cuidado pela unidade, pois nada há de melhor. Suporta a todos como o Senhor te suporta. Tolera a todos na caridade, como já o fazes. Entrega-te à oração incessante. Pede uma sabedoria ainda maior do que tens. Vigia, com espírito sempre desperto. Fala a cada um segundo a maneira habitual de Deus. Sofre as fraquezas de todos como perfeito atleta. De fato, onde há mais trabalho, aí também se encontra o maior lucro.

Santo Inácio de Antioquia.

Papa afirma que horizonte da unidade plena dos cristãos segue aberto

Hoje na conclusão da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos

Por Inma Álvarez.

CIDADE DO VATICANO, domingo, 25 de janeiro de 2009 (ZENIT.org).- O Papa assegurou hoje que o «horizonte da unidade plena» permanece «aberto diante de nós», e que se trata de uma tarefa «árdua, mas entusiasmante para os cristãos que querem viver em sintonia» com a unidade querida por Cristo.

O Papa lançou esta mensagem positiva na homilia da celebração ecumênica que teve lugar esta tarde na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, para concluir a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, ainda que advertiu que alcançar a unidade plena «não é possível com as forças humanas».

Esta tradicional celebração, que reuniu na basílica paulina membros da Cúria romana e representantes de outras confissões cristãs presentes em Roma para a oração das Vésperas, coincide este ano com a Festa da Conversão de São Paulo, assim como com o 50 aniversário do anúncio, por parte do Papa João XXIII, da convocatória do Concílio Vaticano II.

O Papa referiu-se ao Concílio precisamente como «uma contribuição fundamental ao ecumenismo, condensada no Decreto Unitatis redintegratio».

«A atitude de conversão interior em Cristo, de renovação espiritual, de caridade acrescentada perante os demais cristãos deu lugar a uma nova situação nas relações ecumênicas», explicou.

O Papa, nesse sentido, agradeceu o Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos pelo «serviço que faz à causa da unidade de todos os discípulos do Senhor» e indicou duas linhas de trabalho: «valorizar o que se alcançou» e «encontrar novos caminhos para continuar as relações no contexto atual».

«Este Deus, que é Criador e é capaz de ressuscitar os mortos, é também capaz de reconduzir à unidade o povo dividido em dois», explicou.

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