Para a glória de Deus, em comunhão com a Santa Igreja Católica Apostólica Romana

Jornada Cristã


sexta-feira, 15 de janeiro de 2010



O “outro” é o limite de nossa liberdade. Se a mulher tem direitos e deveres, eles não podem interferir ou impedir o direito à vida de outro ser humano, ou seja, o fato de ela ser gestante de um embrião não lhe possibilita qualquer ação que possa prejudicar a vida dele.

Zilda Arns.

Postado às 00:01 | Tags: , , , , , , , ,

2 Comentários

  1. Karina disse:

    Uma pena que isso não seja óbvio para todos. Não entendo muito de história, mas tenho impressão que, “nunca na história desse” mundo, o homem viveu de forma tão egoísta e mesquinha. Vale tudo para obter a MINHA satisfação, o MEU direito, a MINHA liberdade, dane-se quem estiver por perto.
    Deus queira que ainda vejamos muitas Zildas Arns por aí.

  2. Eduardo Araújo disse:

    Caríssima Karina,

    Certamente, a história registra épocas em que prevaleceu um grande egoísmo nos homens, por vezes motivado por situações extremas como a falta de comida, a exemplo do que ocorre neste exato momento na capital haitiana.

    Todavia, afirmo sem qualquer receio que NUNCA em todo o passado da humanidade aconteceu tanta proeminência de puro egoísmo e mesquinhez em uma sociedade que não passa por tais situações extremas e ainda por cima que se jactancia de ser “moderna” e “progressista”.

    Aí, reside o diferencial que torna o nosso tempo, em nossa sociedade, de um verdadeiro obscurantismo e de uma barbárie sofisticada, por mais contraditória pareça essa expressão. Depois, querem culpar a Idade Média por tudo de ruim que acontece hoje, apondo-lhe o adjetivo “medieval”. Ora, como poderiam ser medievais se tais fatos ocorrem nesta época?

    Aqui em Fortaleza, onde moro, estamos pasmos com um crime horrendo de um sujeito que raptou, estuprou e matou uma menina de 5 anos que tinha ido com os pais à Missa. Por acaso é isto medieval? Nada mais moderno que bandidos violentando crianças, pais matando filhos, filhos matando pais…

    Se for para adjetivar uma época de Idade de Trevas, a mais apropriada seria a nossa. Época de barbaridades em meio à auto-exaltação.

    Sobre a Dra. Zilda, que perda! Sua firmeza na defesa intransigente da vida deveria ser modelo para todas as mulheres cristãs, independente, até, de denominação.

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