Para a glória de Deus, em comunhão com a Santa Igreja Católica Apostólica Romana

Jornada Cristã


sexta-feira, 8 de maio de 2009



É muito fácil desmascarar um abortista “bem-intencionado”. É só fazer assim: ele, invariavelmente, vai recitar o seguinte mantra: “eu sou contra o aborto, mas temos que discutir sua despenalização, afinal muitas mulheres abortam todos os anos e correm riscos, afinal de contas não têm nenhuma assistência… Temos que pensar na saúde da mulher”.

Hum.

Vamos refletir um pouco assistindo o vídeo abaixo? Foi produzido pela turma do ótimo blog Vivo pela vida.

O repórter foi muito feliz ao fazer a pergunta que nenhum abortista gosta de responder. Ele citou o que os abortistas evitam a todo custo mencionar: o outro lado do aborto, quem invariavelmente sofre suas conseqüências.

É assim que se manipula a opinião pública: omitindo, propositalmente, o outro lado da questão. Silenciando-se sobre ele. Qual a conseqüência do aborto para o feto? O que é o feto? Quem é o feto?

Experimente depois de assistir o vídeo assisti-lo novamente, realizando um exercício interessante: o de chamar as coisas pelo seu legítimo nome, sem eufemismos.

Vou dar um exemplo: quando a moça logo no início do vídeo diz “se eu engravidei, eu quero tirar”, pergunte-se: tirar o quê? O que ela quer tirar? Tente responder: a moça quer tirar o que está dentro do corpo dela, para ser mais exato, dentro de seu útero. Continuando: e o que está dentro do corpo dela, no útero, em decorrência da gravidez? Um feto, oras. E quem é esse feto? É o filho dela. E o que acontece com o filho dela, se ela decidir “tirá-lo” do útero? O filho dela morre. Ela tem consciência disso?

Portanto: podemos perfeitamente trocar o verbo “tirar” para “matar” neste caso, na medida em que estamos diante da conseqüência (“matar”) direta do ato (“tirar”). Ou seja: o que essa mulher defende é a liberdade da mãe matar o próprio filho quando este se encontra dentro de seu corpo, em seu útero. É uma opção dela, não é mesmo? Sob qual justificativa? “O corpo é meu”. Sim, mas o corpo do feto não pertence à mulher grávida; está sob seu abrigo, durante o tempo que for necessário para seu amadurecimento.

Se a gestação estava além da 12ª semana de gravidez, é quase certo que o feto, no momento do aborto, sentiu dores, afinal de contas foi triturado/queimado/succionado vivo, e já há a mielinização dos nervos nessa etapa da gravidez.

Se o feto fosse apenas uma extensão do corpo da mulher, ela sentiria as mesmas dores que seu filho sentiu. Se a mulher recebe alguma anestesia, não sente dores. Mas o feto não foi anestesiado… e sentiu dores, porque seu sistema nervoso era independente do da mãe.

Se o corpo do feto é independente do corpo da mãe, como sustentar essa falácia, repetida à exaustão para aliviar a consciência das mulheres que abortaram?

Senhoras que participaram deste filme: sinto muito, embora as senhoras não queiram ouvir isso, porque é cruel, politicamente incorreto, muito feio… Mas eu vou dizer assim mesmo: as senhoras mataram seus filhos. Podem falar o que quiserem, usar as justificativas mais mirabolantes, botar a culpa no namorado, marido, governo, em Deus, no técnico Dunga… Até em mim. Mas estou apenas dando nome aos bois. Estou aqui afirmando o que as senhoras fizeram.

As senhoras mataram seus filhos. E incentivam que outras mulheres tenham a liberdade de fazer o mesmo.

Já passou da hora de parar com essa frescura: vamos chamar as coisas pelo nome que realmente têm, e não por eufemismos.

Postado às 23:51 | Tags: , , , , , , , , , , ,

1 Comentário

  1. Karina disse:

    Muito bem colocado. Daqui uns dias, vão dizer: “mas eu não matei uma pessoa, eu matei aquela coisa que usava cadeira de rodas e dependia de todo mundo”… ou então: “não foi crime eu ter matado meus pais porque eles eram tão velhinhos, teriam pouco tempo de vida mesmo” … ou ainda: “matei meu filho porque ele não foi bem na escola, era um burro, e eu não nasci para ser mãe de um burro”… ou, ainda, “tadinha, matou os filhos porque o marido a abandonou, e ela não tinha como criá-los”.

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