Para a glória de Deus, em comunhão com a Santa Igreja Católica Apostólica Romana

Jornada Cristã


terça-feira, 18 de agosto de 2009



Enquanto estou sem escrever por motivos de força maior, Marco A. Fontana envia um comentário que julgo interessante e faço questão de publicar:

Tenho uma opinião polêmica!
Nessa opinião, o feminismo que surgiu nos anos 60 é um dos grandes responsáveis pela degradação dos dias atuais, pela violência e aumento no uso das drogas, em fim pelas mazelas que presenciamos e/ou somos vítimas.
Quando a mulher deixou de ocupar a nobre função de ser mãe e educadora, passou a ser uma simples paridora. Os lares deixaram de ter amor! Nós homens somos inferiores às mulheres e justamente por sermos inferiores é que precisamos nos autoafirmar perante elas adotando posições dominantes e machistas. Então concluo: As mulheres ficaram burras! Perderam muito com o feminismo!
Fui educado por uma mãe severa e autoritária, porém justa! Hoje quando olho pra dentro de mim, tenho um profundo sentimento de gratidão a essa mãe. Ela me ensinou o amor e respeito ao próximo, (além da Igreja Católica, é claro!) as coisas básicas do certo e do errado. Ser livre tem uma diferença fundamental em relação ao ser libertino. Tenho lido nos comentários do blog muitas pessoas que desconhecem essa diferença! Pra mim isso é falta de mãe educadora! Hoje tem muita mãe paridora apenas!

Onde é que eu assino, Marco?

Postado às 16:50 | Tags: , , , , , , , ,

1 Comentário

  1. Karina disse:

    Sou mulher e concordo com o Marco. Apesar de sempre terem existido as mulheres “sem noção”, antigamente a mulher tinha um charme, uma delicadez e uma sensatez que traziam equilíbrio à família. Não venham jogar pedra falando que antigamente lugar de mulher era na cozinha. Não é bem verdade. Podia até ser, também, mas as mulheres se dedicavam à educação primordial nas nossas vidas, a educação de berço, que hoje foi substituída pela educação em massa de berçário. Minha vó cuidou de 6 filhos, não trabalhou fora, e não vejo nela nenhum sinal de inferioridade em relação à minha mãe, que trabalhava de segunda a segunda, praticamente, mas ainda assim não se deixou substituir por ninguém, nem babá, nem escola, na nossa educação. Hoje, trabalho virou desculpa para deixar o filho à mercê dos outros, filhos viraram bibelôs. Tenho um bebê, minha vontade ficar a maior parte do tempo com ele, ter um trabalho de meio período. Final de semana chego a ser chata, quero ele comigo, vê-lo crescer. Conheço mães que trabalham meio expediente e ainda assim, qdo chegam em casa, vão fazer outras coisas e fazem questão da babá até às 19 horas. Isso é um absurdo… Para mim, o feminismo é a maior conquista do machismo, porque tudo ficou muito mais fácil para o homem: sexo mais fácil, ele não precisa mais sustentar a casa nem assumir os filhos… E essas mulheres ainda enchem a boca se julgando “superiores”… Ai, ai, se o feminismo lutasse de fato pela redução da violência contra a mulher, por uma maior indepência, ela não teria virado as costas para o cristianismo, que trata a mulher com respeito, resguardando suas diferenças naturais em relação ao homem, mas não fazendo-a escrava desse. Mas, para aqueles que não aceitam nada disso, viva a verdadeira mulher-macho que criamos nos dias atuais.

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