Incapacidade mental não merece meu respeito

Um sujeito me mandou uma penca de comentários, veio com discurso de fanático, de que não sei nada de sociologia jurídica, que eu sou um fundamentalista e blá, blá, blá. Não sei se eu rio ou se eu choro.

Olha, como o cara disse que vai seguir meu conselho e não vai mais acessar meu blog (aaaaahhhhhh, nem vou dormir essa noite de tanta tristeza), eu posso então dizer que não passa de um idiota metido a culto, ele não vai se importar mesmo, já que não vai ler. Então deixa eu descer o malho no sujeitinho (não vou ofendê-lo, né, ele não está sabendo).

Eu não entendo mesmo de sociologia jurídica. Mas eu não finjo que entendo. E outra coisa: não é isso que estou discutindo. As leis humanas mudam (e devem mudar) conforme uma série de fatores contingenciais. A questão não é essa: é se as leis divinas devem se modificar conforme as transformações da sociedade, para que a Igreja aceite então o homossexualismo, o aborto, o divórcio, todas essas coisas maravilhosas – entre outras que os modernosos adoram.

A Bíblia, no Antigo Testamento, proíbe o consumo de carne de porco, proíbe que se façam tatuagens e que uma mulher menstruada seja tocada, para citar alguns exemplos. Essas leis não se aplicam aos cristãos. Por que? Porque dizem respeito a uma realidade cultural diversa, são leis que regulamentam costumes relativos no tempo e no espaço. Essas leis foram endereçadas ao povo de Israel, e foram muito importantes na formação da identidade cultural desse povo, são circunstanciais, podendo ser modificadas. Entretanto, os Dez Mandamentos são imutáveis, não estão condicionados ao tempo, ao lugar, são leis que objetivam reger a moral de todos seres humanos, e essas leis foram dadas pelo próprio Deus. A moral, para o cristianismo, não é relativa; ela é imutável, porque o próprio Deus assim o É. Deus não muda em sua essência e não muda de idéia sobre as coisas que ensina. A Bíblia condena o homossexualismo: é pecado grave contra a castidade. Não se trata apenas de um costume a ser repreendido, mas de um hábito que vai contra a moral, contra a castidade, contra a família tradicional, base da sociedade. Dito isso, interrompo para um desabafo.

A incapacidade mental de sair do seu mundinho, do seu universo mental, e ir até o pensamento do seu oponente para tentar compreendê-lo é algo terrível, é uma verdadeira doença que já se apossou da mente de muitas pessoas “cultas” e “estudadas”. É desesperador o cenário, muito pior do que eu pensava antes de começar a escrever para este blog. Esse é o retrato da classe universitária brasileira, gente bocó, um bando de moleques, que pensa que sabe alguma coisa, sem saber da regra primordial de um debate, que é saber do que se está falando. Pronto, já desabafei. Voltemos.

Em primeiro lugar, como já frisei por aqui, a Igreja não é a favor da criminalização do homossexualismo. Mas é contra a promoção deste comportamento e não considera sua prática legítima. Por que a Igreja deveria mudar seu ensinamento a respeito? Para agradar à sociedade? O que Igreja tem a ver com modernização, com “dinâmica social”? Se a Igreja ensina a Palavra de Deus, qual a Sua autoridade para modificar ensinamentos que não foi Ela quem os inventou, mas recebeu do próprio Deus, através da inspiração do Espírito Santo, conforme o prometido por Nosso Senhor Jesus Cristo?

O mané não sabe nada de teologia, história da Igreja, doutrina católica, não tem a menor idéia da complexidade das relações entre Igreja e modernidade, nem sonha em conhecer o conceito de Deus segundo São Tomás de Aquino, muito menos o que o Doutor da Igreja ensina sobre Deus ser eterno e imutável. Se Deus é eterno e imutável, o que Ele ensina sobre moral assim o é. Deus não muda de idéia conforme as vontades de um estudantezinho universitário metidinho à besta.

Ora bolas, se Deus se revela na Bíblia como sendo imutável, porque a Tradição da Igreja, em seu Magistério, deveria mudar o que Ele ensinou? Ele não muda, seus ensinamentos não mudam! Sua essência permanece a mesma! A missão confiada à Igreja é ensinar às nações tudo aquilo que Jesus ensinou (ver Mateus 28, 16-20). A Igreja não tem autoridade para modificar os ensinamentos de Deus; sua autoridade se limita a ensinar.

Caramba, será que é tão difícil assim entender? Deus não muda, suas idéias não mudam, portanto a Verdade está além de mudanças sociais! E o carinha ainda vem com picuinha de que é um absurdo a Igreja proibir a camisinha? Vai estudar, boboca, pra compreender no quê se fundamenta o argumento do seu adversário!

E daí vem a tática de sempre: me acusa de fundamentalista, berra que a Igreja vai ficar pra trás porque a pesquisa com células-tronco e blá, blá, blá… Meu Deus, eu escuto isso todos os dias de gente ignorante. Será que ele pensa que está abafando? Isso não passa de disco riscado, discurso de militante, de gente atôa, de gente que leu dois ou três livros, um do Michel Foucault, outro do Marcuse, e sai por aí arrotando que sabe tudo, não é possível! É claro que um carinha desses não tem a menor condição de ler São Tomás de Aquino – quando chegar à página sete da Súmula contra os gentios é capaz de ter uma concussão cerebral.

Rapazinho, vai ver se eu estou na esquina… Vai estudar, tenha vergonha de ser tão burro, de ser tão incapaz de lidar com uma linha de pensamento oposta, muito mais complexa do que você imagina, cuja divergência está na base: o raciocínio da Igreja Católica não se baseia em contingências históricas, em relativismos culturais, o que a Igreja Católica ensina está baseado em princípios imutáveis. É por isso que o ensinamento não muda, porque está atrelado a uma lógica perene, atemporal, espiritual.

Portanto, as leis morais para o Cristianismo são outra coisa, não são como leis humanas que norteiam costumes e relações sociais, apenas: são eternas e absolutas, não admitem mudanças, ou então entrariam em contradição com a essência do legislador – no caso, o próprio Deus.

Você devia se candidatar a aparecer nesses debates no Superpop ou no sofá do Progama da Hebe, algo que condiz com seu nível intelectual, pra dar uma de gostosão, de gente que sabe pra caramba, não venha a se meter a besta comigo. Eu sou um bom professor de história, sou um bom psicólogo (embora não exerça a profissão) e ainda sou caridoso o suficiente para perder tempo com um bocó como você.

Quanto a ficar sozinho, falando com as paredes, não tem problema: Santo Atanásio já dizia, “se o mundo for contra a verdade, Atanásio será contra o mundo”. Dentro da sua cabecinha oca, certamente o que é verdade e o que é certo ou errado é definido pela vontade da maioria, não é mesmo?

Olha, vai ser burrinho assim lá na PUC que o pariu…

A Verdade muda conforme o “dinamismo da sociedade”?

Afe, de vez em quando dá um desânimo… Olha que beleza de comentário eu recebi:

“A Igreja acolhe o homossexual com caridade e amor, mas condena veementemente o homossexualismo.”

Como é isso? É do tipo: “Te entendo, mas não te aceito”?
Como é que se acolhe alguém com amor condenando-o?
Confuso isso…

Uma pena ver que a Igreja será eternamente esse pensamento fundamentalista e imutável, incapaz de acompanhar o dinamismo da sociedade. Daqui 200 anos ainda teremos que ver a Igreja rejeitando coisas como uso da camisinha e etc. Extremamente em baixa e sem capacidade de rever suas doutrinas, a cada ano que passa a Igreja católica perde mais fiéis para outras religiões e para a desilusão que assola quem olha mais criticamente para a instituição. Não se deram conta da realidade…

Só é confuso pra quem não quer entender. Será falta de inteligência ou de boa vontade? A condenação é feita ao pecado, não ao pecador. E isso já dizia Santo Agostinho, há 1600 anos.

É assim com o adúltero: eu te aceito, te entendo, mas não aceito o seu pecado.

É assim com o ladrão: eu te aceito, te entendo, mas não aceito o seu pecado.

É assim com o mentiroso: eu te aceito, te entendo, mas não aceito o seu pecado.

E é assim também com o homossexual: eu te aceito, te entendo, mas não aceito o seu pecado.

E aos pecadores, a Igreja repete o que disse o próprio Jesus à mulher adúltera: “Vai e não tornes a pecar” (João 8,11).

Quanto a taxar o pensamento da Igreja de “fundamentalista e imutável”, tenho más notícias para você: a verdade é fundamentalista e imutável.

Quando você vai ao supermercado, tem uma opção de produtos para escolher.

Quando você liga a tv, principalmente se tem tv por assinatura, tem centenas de canais para assistir.

Quando você vai a um cinema “multiplex”, tem várias opções de filmes para apreciar.

O problema é que a verdade é uma só. E o pior: ela não depende da sua vontade, da vontade da multidão, da vontade do Papa. Ela não depende da vontade de ninguém.

Vejam o que a falta de reflexão faz com as pessoas, hoje em dia: na hora de argumentar, apelam para o “dinamismo da sociedade”, seja lá o que isso signifique, como se isso por si só provasse que tal hábito é certo ou errado, é lícito ou ilícito.

Se um belo dia os legisladores decidirem que todas as leis se darão conforme a vontade da maioria da população, isso tornaria as leis moralmente aceitáveis?

A voz da “sociedade” é o critério correto para se definir o que é moral e o que é imoral, o que deve ser permitido ou o que deve ser proibido?

A sociedade é dinâmica, moderna; isso não quer dizer que a sociedade esteja seguindo à Verdade. A Verdade não é dinâmica, é eterna, a Verdade não é escolhida por maioria democrática. A Verdade, por ser eterna, é imutável. Já tentou estudar o porquê de a Igreja Católica rejeitar o uso da camisinha? É claro que não. Senão, não estaria aí falando essa bobagem.

Quanto a estar “extremamente em baixa”, você está extremamente mal informado: a Igreja Católica cresce velozmente na África e na Ásia. Quase dez por cento da população da Coréia do Sul já é católica. Na China, em meio às perseguições do fascismo comunista, os fiéis católicos se multiplicam, graças à santidade de seus pastores. Lá, ninguém discute picuinhas como “o dinamismo da sociedade” ou “uso da camisinha”. Quem está “extremamente em baixa” é o ocidente, ao rejeitar o fundamento espiritual que moldou seus valores, sua moral, sua ética, sua identidade cultural. Decadente é o ocidente pós-cristão, não a Igreja Católica, instituição que existe há dois mil anos, não nasceu ontem e não tem que rever doutrina nenhuma. Sua obrigação é ser o farol da Verdade a iluminar o coração de todos os seres humanos, porque todos somos pecadores, e a convidar-nos ao arrependimento de nossos pecados, buscando a Verdade que está naquilo que o Verbo Encarnado, Nosso Senhor Jesus Cristo, ensinou.

O que é “patrulhamento ideológico”?

Boa Noite Sr. Mateus

Lendo o seu blog, relato as minhas considerações:

1) O que está acontecendo com nossas Universidades Católicas? Será que elas se tornaram máquinas anti-cristãs? Pelo visto, isto nao está acontecendo somente com a PUC/MG!

2) Por outro lado, a quem interessa um blog católico para militantes gays? Será que os militantes gays estão interessados a aprenderam a Doutrina Cristã, ou estão interessados a realizar aquilo que o filósofo Gramsci chama de PATRULHAMENTO IDEOLÓGICO? Será que o ensinamento cristão sobre o homossexualismo foi superado por uma ideologia melhor?

3) Lendo o ocorrido, retirei do opúsculo CADERNOS DA LIBERDADE, a definição de PATRULHAMENTO IDEOLÓGICO, que é muito interessante, do Autor: Sérgio Augusto de Avellar Coutinho – Belo Horizonte – 2003, que conhece muito bem a mentalidade gramscista. Eis a definição extraída desse opúsculo:

[Patrulhamento Ideológico é um processo político de intimidação que é usado contra os adversários para os calar ou impedir que exponham os seus pensamentos ou opiniões ou que se manifestem contra as idéias do “patrulhador” intolerante ou intoxicado pela sua ideologia radical. É um instrumento revolucionário leninista que, atualmente, tem também grande importância para a atualização da reforma intelectual e moral da sociedade como parte da luta pela hegemonia. Com este processo se faz a neutralização dos intelectuais adversários ou mesmo indiferentes, por meio da crítica tendenciosa ou mesmo pela desqualificação pessoal do adversário visado. Não se trata de contradizê-lo pelo debate, pela discordância ou crítica racional, mas pela anulação do oponente sem discussão, o que significaria não aceitar democraticamente a opinião contrária ou discordância.

A desqualificação do opositor é o processo ostensivo mais usado no patrulhamento. Não se as idéias e nem se critica o pensamento expresso pelo intelectual democrata. O que busca é desprestigiar o autor, retirar-lhe a autoridade e idoneidade, para invalidar a obra. O adversário geralmente é estigmatizado como um ser “reacionário”, ou ser de “direita”, “fascista”, “autoritário”, por ser dos “banqueiros internacionais”, da globalização, etc, etc, etc. Infeliz do opositor que tiver “telhado de vidro”, com certeza será crucificado publicamente.

A extrafiltração do intelectual democrata é outra forma de patrulhamento, dissimulado e invisível. Importa em tirar espaço de sua atividade e ao alcance de sua influência. Em primeiro lugar, isolando-o e constrangendo-o em seu lugar de trabalho ou no seu campo de atividade, nos órgãos de comunicação social, nas universidades, nas escolas, nas editoras, na área artística, nas repartições publicas, nas empresas estatais e até mesmo em certas empresas privadas onde os intelectuais de peso tem apreço e já conquistaram a hegemonia. Se o intelectual democrata se acomodar no silencio defensivo e se submeter à opressão deste tipo oculto de patrulhamento, poderá eventualmente conservar seu emprego, caso contrário, acabará despedido ou levado a demitir sob pressão, artimanha ou esvaziamento funcional. Muitas vezes o afastamento do reacionário é conseguido por “denúncias” publicas falsas ou manipuladas, sempre de origem oculta, mas amplamente orquestrada nos noticiários. A chamada “fritura” é uma forma de extrafiltração ou defenestração do alvo patrulhado.

O Patrulhamento Ideológico nestas duas formas é uma espécie de terrorismo intelectual e moral, antidemocrático, implacável e inescrupuloso. Estes adjetivos se aplicam geralmente às pessoas que voluntária ou remuneradamente o praticam; algumas, convencidas de estarem cumprindo um “dever ético” revolucionário, outras com certo rancor e sadismo político. O “patrulhador” é uma pessoa má, rancorosa, preconceituosa, intolerante, e freqüentemente, mentirosa e anônima. Cumpre sua função de agente carcereiro da “prisão sem grades”.

O Patrulhamento Ideológico não é apenas um instrumento revolucionário, mas a antecipação de outros métodos que o Estado Totalitário, a estatolatria de Antonio Gramsci, aplicará para realizar as transformações da sociedade civil e do individuo, após a conquista do poder].

4) Continuando, não é somente o seu blog, mas de outros católicos sérios e honrados como o senhor, estão sobre a pressão ideológica desses patrulhadores. Com qual objetivo?

a) Na minha opinião, não se trata simplesmente de um “calar a boca”, mas promover uma contra cultura cristã. De resto, o que escrevestes está de acordo com todo ensinamento da Igreja Católica sobre a temática do homossexualismo.

b) O que mais me admira, é um cidadão que se diz “reverendo” que desconhece os ensinamentos da verdade revelada. Seu site nao tem nada de fundamentalismo homofóbico, pois como Cristo, o que se denúncia é o pecado e não o pecador.

c) Aqui no Brasil a Cultura Cristã ainda é forte. É um país bastante religioso. Estado Laico nao significa Estado Laicista. O Estado Laicista nao quer saber de religiao, e nem está interessado com os ensinamentos de qualquer religião, pois não tolera religião alguma. Já a Laicidade de Estado, respeita a religião e os seus valores, mesmo que discordantes.

d) Em seu blog, em momento algum o sr. desumaniza qualquer pessoa, mas como católico convicto alerta aos demais católicos o que está ocorrendo numa Universidade Católica. Seus questionamentos e argumentações foram bastantes contundentes. Ah, quem dera que muitos fiéis católicos, inclusive meus colegas sacerdotes fosse como o senhor! A Igreja Católica estaria bem representada.

e) Se isso hoje acontece contigo, amanhã acontecerá comigo. Lembro-me que o Emmo. Sr. Cardeal Dom Eugenio de Araújo Sales, passou por esse mesmo problema alguns anos atrás. Aconselho que dê por encerrado a discussão com este “reverendo”. Quem sabe um dia ele se converta e passe a conhecer de verdade o Evangelho de Jesus Cristo? Claro que ele pode, basta querer!

f) Seu blog nao é lixo algum, mas assume autenticamente e com toda sinceridade, a verdade da doutrina cristã. Doutrina essa que será sempre odiada por alguns ou amada por outros, em todos os tempos e lugares.

Conclusão: Parabenizo pelo seu blog, que sabe apresentar aos que acessam, um grande testemunho de amor a Cristo e a sua Igreja, nos ajudando com o seu intelecto a compreender melhor as realidades da fé cristã. Saiba, se Cristo foi incompreendido em seu tempo, hoje com todo avanço da modernidade, Ele parece ser ignorado por muitos; mas mesmo assim Ele continua a nos falar, até mesmo neste excelente blog, Sr. Mateus!

Conte com minhas orações e solidariedade!

Pe. Eduardo C. Pereira.

Recebi o comentário acima, o qual publico na íntegra e sem correções de digitação ou redação. Agradeço ao Padre Eduardo, a quem não conheço pessoalmente, a cortesia de me enviar esta mensagem, salientando que fico sinceramente envaidecido com os elogios, os quais diga-se de passagem não mereço, e rogo-lhe por sua bênção.

Veja o nível de argumentação dos iluminados…

Então este blog será em breve retirado do ar. Aproveite para divulgar seu lixo travestido de cristianismo enquanto é tempo, porque depois, só na sarjeta, onde é lugar para vagabundos intelectuais como você e gente da tua laia!

Caso a ditadura gayzista assuma definitivamente o poder e institucionalize sua perseguição contra aqueles a quem considerar inconvenientes, aí sim este blog será retirado do ar, afinal a sanha de vocês e de seus amiguinhos é justamente essa: impor aos verdadeiros cristãos a mordaça gay, para que possam pecar em paz, sem ter nada nem ninguém a incomodá-los. Gente da sua laia prega o ódio aos cristãos, e exige “liberdade de expressão” para que o façam sem serem importunados; para os adversários, a “sarjeta” – a mesma pocilga moral onde você se encontra, sujeitinho? Além de negar a seus oponentes a liberdade de expressão (algo tão “sagrado” para vocês, os iluminados…), para eles você deseja justamente a sarjeta onde você está? Tô fora, rejeito sua companhia!

Demonstre, seu palhaço, que o que eu digo é “lixo travestido de cristianismo”. Vamos lá, refute os fatos: a Tradição Cristã sempre rejeitou o homossexualismo em seus dois milênios de história. Este é o verdadeiro Cristianismo, que chama pecado de pecado, e anuncia à humanidade a Salvação pregada por Nosso Senhor Jesus Cristo.

Enquanto isso, seu vagabundo, continue bufando de ódio enquanto mastiga sua grama. Continue aí articulando com seus amiguinhos a institucionalização da ditadura anticristã. Quem sabe assim vocês não tiram meu blog do ar? Mas tem uma coisinha: a verdade não é aquilo que você quer que seja. Dois mais dois são quatro; homossexualismo é abominação para Deus, quer você queira, quer não. Se tirar o meu blog do ar, a verdade vai continuar a mesma. Nem você, nem Luiz Mott, nem todos os seus “amiguinhos articulados” poderão mudar a ordem das coisas, vocês não podem mudar os desígnios de Deus.

Infelizmente, aquele que não abre mão de estar no caminho do erro tem que apelar para a intimidação, a ameaça, a perseguição. De qualquer forma, aprenda que, para argumentar, é necessário antes de mais nada tirar as patas dianteiras do chão. Note que ainda sou caridoso em considerar a possibilidade de que um sujeito como você consiga tal feito…

Tentativa de intimidação por parte de militante gayzista

Um sujeito que se identifica como “Reverendo Márcio Retamero” envia comentário ao post Escândalo: PUC Minas promove homossexualismo em curso de extensão:

Cheguei até este site pela indicação do Professor Dr. Luiz Mott. Não estou surpreso com o que até aqui li! Não estou surpreso porque o fundamentalismo religioso cristão homofóbico que este site promove, vergonhoso, é exatamente o mesmo, dos sites e outras mídias fundamentalistas evangélicas. Aliás, essas tem debatido muito acerca do Acordo Brasil Vaticano, claro que estão se posicionando contra – e pasmem – estão lembrando que o Estado é laico! Quando é conveniente, os fundamentalistas cristãos lembram do princípio da laicidade do Estado! É claro que eles, os fundamentalistas evangélicos, deviam ser mais claros como vocês, católicos, que se possível fosse, faria de cada Estado da Terra uma teocracia administrada pelo “Santo Padre”, o Papa. Mas não me engano que o objetivo deles, ainda que estrategicamente oposto ao dos senhores católicos fundamentalistas, é o mesmo, pois eles também querem um Estado cuja Constituição seja as Escrituras.

O que vocês fazem aqui neste site, é um problema de vocês! Liberdade de expressão é um direito garantido pela Constituição do nosso país. Contudo, não pensem que liberdade de expressão é o direito de escrever o que quer, jogar lama sobre quem quer, salvo conduto pra desumanizar pessoas. Vocês infringem o Artigo 5º da Constituição da nossa Federação ao promoverem o discurso da desigualdade. Ferem também o direito constitucional da liberdade religiosa, pois esta também não é passaporte pra disseminar valores contrários aos Direitos Humanos.

Sabe o que vou articular a partir de agora, que conheço o conteúdo do site de vocês? Vou articular com o Movimento Homossexual Brasileiro, com o Ministério Público Federal, com as ONGs promotoras dos Direitos Humanos, para que façamos algo no campo do Direito contra o que vocês aqui pregam. Júlio Severo fugiu do Brasil, não sei se o editor de vocês tem algum lugar pra se esconder também. O que não pode continuar é essa disseminação xiita católica contra pessoas, seres humanos.

Parabéns à PUC MG, parabéns aos Jesuítas envolvidos neste tão belo e consciente trabalho.

Chorem, carpideiras!

Fica o registro de comentário tão “nobre”, “humanista” e “libertário”. Peço agora a atenção de todos, porque o assunto é muito sério.

Aqui neste site, em momento algum perseguiu-se determinada pessoa ou grupos de pessoas por suas condutas sexuais. O que as pessoas fazem em sua privacidade é algo de sua intimidade, não deve ser policiado ou punido pelo estado. JORNADA CRISTÃ não defende a criminalização de determinadas condutas morais pelo fato de serem pecaminosas – não somente o homossexualismo, mas também o adultério, por exemplo. Pessoalmente, não considero correto o estado legislar sobre a intimidade de ninguém. O próprio Vaticano recentemente se pronunciou contrário à criminalização do homossexualismo.

Entretanto, anunciar aos quatro ventos que homossexualismo é uma prática natural, que deve em si mesma ser respeitada, promovida e elevada ao mesmo patamar das relações heterossexuais monogâmicas, é pecado muito mais grave que o pecado do homossexualismo! Trata-se de inverter a lógica cristã, como já escrevi aqui anteriormente, e transformar um vício em uma virtude! É isso o que foi criticado aqui, e vai continuar sendo: sob a ótica cristã, homossexualismo é pecado, e não pode ser considerado pelos cristãos como sendo bom; é intrinsicamente mau e pecado gravíssimo contra a castidade.

O que o sr. reverendo quer simplesmente é: calar a minha boca. E calar a boca de todos aqueles que não aceitarem a naturalidade do homossexualismo. Isso é a ditadura gay. Eles terão todos os direitos: direito a criticar a Igreja Católica, a falar mal da família tradicional, a difamar a monogamia, a ridicularizar a santidade do matrimônio. Aos católicos e cristãos em geral restará o “direito” de abaixarem a cabeça, aceitarem e se sujeitarem ao que a Bíblia chama abominação (Levítico 18,22: Não te deitarás com um homem, como se fosse mulher: isso é uma abominação). Claro que a Bíblia do sr. reverendo é diferente da minha… A Igreja dele é “reformada”…

Segundo o reverendo, ele chegou até este blog por indicação do maior líder do movimento gay brasileiro, o sr. Luiz Mott (quem quiser saber mais sobre esse senhor, sugiro a leitura deste texto, longo, porém bastante elucidativo, além de artigo de Olavo de Carvalho a seu respeito).

E em sua mentalidade totalitária, o sr. reverendo promete “articular” (típico vocábulo empregado pelos militantes de esquerda) Ministério Público, movimento gay, Ongs… Eu não imaginava ser tão perigoso! Uau! Eu não imaginava ser tão importante assim, sr. reverendo! Muito me lisonjeia tamanha “articulação” contra a minha pessoa! Então, o senhor pretende colocar todo mundo contra mim, senhor reverendo? E qual a acusação? Ser fiel ao Magistério da Igreja? Ser fiel à Bíblia?

O que faço neste blog é, unicamente, seguir o Magistério da Igreja Católica. Reproduzir o que a Igreja Católica ensina. E é isso o que a Igreja Católica ensina sobre o homossexualismo:

Castidade e homossexualidade

2357 A homossexualidade designa as relações entre homens ou mulheres, que experimentam uma atração sexual exclusiva ou predominante para pessoas do mesmo sexo. Tem-se revestido de formas muito variadas, através dos séculos e das culturas. A sua génese psíquica continua em grande parte por explicar. Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves (1) a Tradição sempre declarou que «os actos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados» (2). São contrários à lei natural, fecham o acto sexual ao dom da vida, não procedem duma verdadeira complementaridade afectiva sexual, não podem, em caso algum, ser aprovados.

2358. Um número considerável de homens e de mulheres apresenta tendências homossexuais profundamente radicadas. Esta propensão, objectivamente desordenada, constitui, para a maior parte deles, uma provação. Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á, em relação a eles, qualquer sinal de discriminação injusta. Estas pessoas são chamadas a realizar na sua vida a vontade de Deus e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar devido à sua condição.

2359. As pessoas homossexuais são chamadas à castidade. Pelas virtudes do autodomínio, educadoras da liberdade interior, e, às vezes, pelo apoio duma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental, podem e devem aproximar-se, gradual e resolutamente, da perfeição cristã. (Grifos meus)

(1) Gn 19, 1-29; Rm 1, 24-27; 1 Cor 6, 9-10; 1 Tm 1, 10.

(2) Congregação da Doutrina da Fé, Decl. Persona humana, 8: AAS 68 (1976) 95.

O reverendo deveria então acionar o Ministério Público não somente contra mim, mas também contra todas as Dioceses da Igreja Católica no Brasil. E deveria exigir a retirada de circulação de todas as edições da Bíblia e do Catecismo da Igreja Católica das livrarias e bibliotecas.

Também o reverendo deveria, por questão de coerência, processar todos os bispos, padres e leigos católicos que porventura façam qualquer comentário em oposição às práticas homossexuais.

Por que o senhor reverendo, tão valente, não aproveita e processa a Igreja Católica inteira? O sr. me acusa de ser fundamentalista? Então, a Igreja Católica também é. Não estou inventando nada: apenas sigo esses ensinamentos, os quais o senhor taxa de “homofóbicos”.

E lembro ao senhor reverendo: acusar alguém de crime sem apresentar provas é crime. Prove que estou violando o artigo 5º da Constituição. Prove que estou indo contra “direitos humanos” – existe o direito a pecar? Ser simplesmente contra atos homossexuais e manifestar em público sua opinião, e pelo bem dessas pessoas, advertindo-as de seu pecado e dos riscos dessa prática, é desumanizar alguém? Claro que o senhor quer me intimidar é para me calar, pois não é capaz de refutar o óbvio: homossexualismo é pecado, grave, que provoca a repulsa de Deus (a Bíblia diz claramente: abominação).

Se quer me acusar de ódio e perseguição aos homossexuais, que leve consigo as provas. Este é um aviso e não estou brincando.

A intimidação já começou. E de uma pessoa que não aceita críticas a seu comportamento. Que utiliza da ameaça para intimidar seus adversários ideológicos.

Repetindo sempre: amor ao homossexual. Repulsa e ódio ao homossexualismo, pecado gravíssimo e passível de condenar o pecador para sempre ao inferno. A maior prova de amor que podemos dar é dizer a verdade, alertando a todos para o mal. Para que todos se convertam e tenham a vida eterna.

E este comentário é a demonstração evidente de que o movimento gay não existe para proteger os direitos dos homossexuais: existe para impor uma agenda politicamente correta anticristã e obter poder e privilégios.

Respeitar qualquer pessoa, independentemente de seu pecado, orando sempre por sua conversão. E denunciar o mal em nosso meio. Essa é a missão de um verdadeiro cristão. Esta é a missão deste blog, e assim continuará sendo, quer o senhor reverendo queira ou não queira.

E isso, sr. reverendo, é o mesmo que o saudoso Padre Tonico, a quem o senhor disse ter conhecido pessoalmente, ensinava, como padre que era fiel ao Magistério Católico.

Quanto aos parabéns que o sr. dá à PUC/Minas… Isso realmente diz muita coisa.

E sugiro que o senhor processe também (agradeça-me, pois estou poupando-lhe do “nobre” trabalho de vigiar seus desafetos para então posteriormente ameaçá-los):

  • Toda a equipe do site Veritatis Splendor (texto: Sofismas mais comuns do mundo gay, entre outros).
  • O padre Luiz Carlos Lodi, do Pró-Vida de Anápolis (texto: O vício contra a natureza, que define muito bem a prática do homossexualismo, entre outros).
  • O jornalista Olavo de Carvalho (texto: Conseqüências mais que previsíveis, entre outros).
  • A Associação Cultural Montfort (texto: Condenações contra o homossexualismo, entre outros).
  • O padre João Carlos Almeida, ou padre Joãozinho (entrevista onde o sacerdote afirma “é preciso não se deixar contagiar por essa cultura gay” e “o homossexual está homossexual, ele não é homossexual, no coração de Deus ele é heterossexual. Ele tem uma condição, um limite humano que nós não sabemos tratar ainda direito”).
  • O bispo Dom Redovino Rizzardo (artigo: Quem são os discriminados?, onde escreve: “[A] partir da vigência do decreto de lei [PL 122/2006], além dos direitos fundamentais garantidos pela Constituição Federal a todos os cidadãos brasileiros, os homossexuais terão privilégios e benesses que derivam de sua opção sexual. Em contrapartida, todos aqueles que não se conformam com comportamentos homossexuais, deverão silenciar ou preparar-se para ocupar uma cela em algum presídio do país”).
  • O padre Luiz Antonio Bento (que afirma neste texto o óbvio: “Reconhecer legalmente as uniões homossexuais ou querer dar a elas o mesmo valor dado matrimônio, significaria, não só aprovar um comportamento errado, com a consequência de convertê-lo num modelo para a sociedade atual, mas também ofuscar valores fundamentais que fazem parte do patrimônio comum da humanidade”).
  • O prof. Felipe Aquino (que publicou em seu blog, entre outros artigos, o texto, obviamente “homofóbico” para o sr., Mulher criada por homossexual dá seu testemunho. Veja como se inicia o artigo: “Uma mulher canadense que foi criada em um lar homossexual se dedica agora a assistir a outras pessoas que atravessam a mesma situação e a pedir aos governos do mundo que protejam o matrimônio entre homem e mulher”. Um horror, não é mesmo sr. reverendo? Afinal, a verdade não deve ser dita, mas sim apenas o que convém ao movimento gay).
  • O padre Roger Luís (que em palestra disponibilizada aqui, proferida na comunidade Canção Nova, afirmou o seguinte: “Nossos filhos estão morrendo nas garras de satanás, nas baladas, nas drogas, no homossexualimo, lesbianismo”. Aliás, o senhor deveria processar a Canção Nova inteira, o que acha da idéia?).
  • Por que o senhor reverendo não aproveita e processa o Vaticano, também (arcebispo Angelo Amato, secretário da Congregação para a Doutrina da Fé, afirmou: “o casamento gay é um mal”)?
  • Aproveite e peça na justiça o bloqueio do site da NARTH – Associação norte-americana de pequisa e terapia da homossexualidade.
  • E não se esqueça do professor universitário Antônio Carlos, que testemunhou publicamente sua libertação do homossexualismo. Denuncie-o como “traidor do movimento gay”.

Cito apenas alguns exemplos de católicos fiéis ao Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo e ao Magistério da Igreja Católica no que diz respeito ao assunto “homossexualismo” (exceção feita a NARTH).

O senhor e seus colegas “articulados” ficam vagando pela internet, buscando sites e pessoas que exponham opiniões divergentes com o objetivo de intimidá-las e ameaçá-las? É essa a sua prática, senhor reverendo? O senhor pretende processar e mandar todo mundo pra cadeia, senhor reverendo? Ou o senhor vai escolher quem o senhor e sua sanha de poder for capaz de destruir, esmagar, aniquilar, para satisfazer um prazer pessoal? O senhor chama isso de justiça, senhor reverendo?

O senhor e seus amiguinhos “articulados” não têm mais o que fazer, senhor reverendo?

Combatendo o pecado (homossexualismo), amando o pecador (homossexual)

Recebi o seguinte comentário, sobre o qual achei por bem respondê-lo com a devida atenção:

Sou extremamente católica e tenho amigos gays. Antes de saber via neles pessoas boas, com muitas qualidades e merecedoras do meu respeito, quando eu soube continuei a respeitá-los do mesmo modo porque continuei a vê-los exatamente do mesmo jeito. Sei que eles passaram por muitos sofrimentos e humilhações, e ainda hoje guardam marcas disso, por isso não posso crer que ser homossexual seja simplesmente uma escolha deles, pois ninguém escolhe sofrer e ser humilhado só para afrontar a sociedade e viver na sem-vergonhice como muitos julgam. Uma vez um desses amigos me disse “Não gosto quando dizem que ser gay é uma opção sexual, como se eu seguisse por um caminho e de repente tivesse a minha frente duas estradas e tivesse que escolher: Agora eu vou gostar de mulher ou agora vou gostar de homem. Se eu pudesse escolher escolheria me casar, ter filhos e netos, uma família tradicional. Mas se eu fizer isso estarei sendo hipócrita.” Não estou aqui para defender os gays, mas também não acho que seja meu direito condená-los como tenho visto ser feito até agora. Jesus em sua infinita sabedoria sempre respeitou a todos, mesmo aqueles que cometiam os piores pecados e eram desprezados pela sociedade da época ainda que não se convertessem. Muitas vezes ele os repreendeu sim, mas sempre mantendo o respeito e outras vezes ele acolheu aqueles que o procuravam buscando ajuda e fez com que se convertessem somente pelo amor. Promover o respeito aos homossexuais não significa promover o homossexualismo, significa promover o respeito ao ser humano, um princípio cristão. Pensamentos e atitudes intolerantes não condizem com a mensagem de Cristo e não farão com que os homossexuais mudem. Pelo contrário, só servem para afastar da Igreja as pessoas que talvez mais precisem dela. Jesus não faria isso! Julgar não é nosso papel, deixemos isso com Deus. A nós cabe somente respeitar, como eu disse, não o gay ou a lésbica, mas o ser humano que existe por trás deles.

Você, que se diz “extremamente católica”, leia o que o Catecismo da Igreja Católica diz sobre o homossexualismo – já que é “extremamente católica”, deve ter um exemplar em casa. Se não tiver, te dou uma ajudinha: o site do Vaticano oferece o conteúdo completo do Catecismo (aqui). Especificamente sobre homossexualismo e homossexuais, clique aqui para ler o que a Igreja ensina a respeito (confira os parágrafos 2357 a 2359).

Por que devemos promover o “respeito” aos homossexuais, como se eles fossem tão diferentes assim de qualquer outro ser humano? Por que não promover o respeito integral ao ser humano, independente dos seus pecados? Porque esse discurso de “tolerância” não é aos gays, mas sim à prática homossexual, como se essa prática fosse normal e tivesse que ser respeitada. Jesus ensinou o amor aos pecadores, não amor ao pecado.

Ninguém deve ser desrespeitado por ser gay; mas nenhum pecado pode deixar de ser veementemente condenado. Não entro no mérito se “a condição homossexual” é passível de escolhas ou não; entretanto, praticar atos homossexuais é escolha sim. Este amigo que se recusa a aceitar que somos livres para decidirmos pecar ou não se recusa a aceitar que há um caminho de escolhas para os atos dos seres humanos; ele se recusa a perceber que somos livres para escolhermos entre o bem e para o mal.

A Igreja convida os homossexuais à castidade, não a que se tornem heterossexuais – mesmo porque nem todas as pessoas têm vocação para o casamento. Ter atração sexual por pessoas do mesmo sexo não é pecado; pecado é dar vazão a esses instintos, é praticar atos homossexuais, que são por definição contrários à natureza.

“Ah, mas é muito difícil ser casto”… Ninguém aqui está falando que seja fácil, nem a Igreja diz isso. Não estamos falando de “fácil ou difícil”, mas sim de “certo ou errado”. Para Deus, tudo é possível.

Você se confunde toda: diz que não está aqui para “defender os gays”. Ora, mas é exatamente isso que você deveria fazer! Todos nós temos que defender os gays por exemplo da violência física a que estão sujeitos ao procurarem garotos de programa desconhecidos e levarem-nos para seus lares; do desrespeito a sua própria humanidade ao se deixarem levar por paixões estéreis; e, principalmente: defende-los espiritualmente do pecado! Orientá-los para seu próprio bem, para que tenham uma saúde física melhor abandonando a promiscuidade, para que sejam realmente felizes afastando-se de relacionamentos fugazes e, por fim, para que sejam libertos do pecado e alcancem a salvação. Onde você viu os gays sendo “condenados”? Só quem pode condenar é Nosso Senhor Jesus Cristo. E Ele nos julgará a todos conforme nossas obras…

O fato é que você ignora a pressão política do movimento gay, que não existe para defender homossexuais de supostas perseguições, mas simplesmente aponta suas armas contra aqueles que sustentam pontos de vista divergentes em defesa da família e contra a prática do homossexualismo. Esses grupos buscam promover abertamente o pecado como sendo uma virtude – pior ainda: silenciando quem pensa diferente através da intimidação e pressionando para aprovar leis que criminalizem seus adversários ideológicos.

A posição de JORNADA CRISTÃ é clara: contra a promoção da prática do homossexualismo como “direito humano”, especialmente nas escolas, para as crianças. E a proposta do curso a que se refere este post foi essa – pior: o curso foi patrocinado por uma universidade católica! Para quem estiver totalmente desinformado a respeito do movimento gay, sugiro a leitura do blog de Julio Severo.

Sobre o pecado do homossexualismo, veja o que São Paulo nos escreve:

Acaso não sabeis que os injustos não hão de possuir o Reino de Deus? Não vos enganeis: nem os impuros, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os devassos, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os difamadores, nem os assaltantes hão de possuir o Reino de Deus. Ao menos alguns de vós têm sido isso. Mas fostes lavados, mas fostes santificados, mas fostes justificados, em nome do Senhor Jesus Cristo e pelo Espírito de nosso Deus. Tudo me é permitido, mas nem tudo convém. Tudo me é permitido, mas eu não me deixarei dominar por coisa alguma.

Leia todo o capítulo 6 da Primeira Carta aos Coríntios e reflita sobre o assunto! É seu dever alertar a seus amigos homossexuais da gravidade do pecado que é a prática de atos homossexuais. Você, “extremamente católica”, tem então a obrigação de ajudar seus amigos, conforme o que diz a Bíblia e conforme a Igreja Católica sempre ensinou através de seu Magistério.

Quanto à intolerância com o pecado, o próprio Jesus assim sempre procedeu, e é uma atitude cristã libertar as pessoas do pecado, ainda que utilizando palavras duras. Jesus fez assim: repreendia os pecadores às vezes com ternura, às vezes com a rispidez necessária – e às vezes com violência, como no caso dos vendilhões do templo.

Você vem com essa conversa fiada de “julgar não é nosso papel”, confundindo as coisas, pois alertar o pecador de seu pecado é nosso dever, veja o que diz Nosso Senhor Jesus Cristo em Mateus 18,15-18:

Se teu irmão tiver pecado contra ti, vai e repreende-o entre ti e ele somente; se te ouvir, terás ganho teu irmão. Se não te escutar, toma contigo uma ou duas pessoas, a fim de que toda a questão se resolva pela decisão de duas ou três testemunhas. Se recusa ouvi-los, dize-o à Igreja. E se recusar ouvir também a Igreja, seja ele para ti como um pagão e um publicano. Em verdade vos digo: tudo o que ligardes sobre a terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes sobre a terra será também desligado no céu.

Quanto a “afastar da Igreja as pessoas…”, quem precisa realmente da Igreja sabe que será sempre acolhido por ela. Todos somos pecadores; o que não podemos é aceitar o pecado com naturalidade, como se fosse algo normal – como se o pecado não fosse pecado. Está na hora daqueles que se dizem “extremamente católicos” saberem de uma coisinha: não é a Igreja que deve se adequar à modernidade, para agradar a todo mundo e desagradar ao próprio Deus; a Igreja deve permanecer firme, como farol da verdade, como luz para o caminho de todos os pecadores, sejam quem forem eles – ou seja: todos nós.

Perseguição aberta aos cristãos na Inglaterra: Enfermeira perde emprego por causa de crucifixo

Helen Slatter, de 43 anos, perdeu o seu emprego no Gloucestershire Royal Hospital, do Reino Unido, por não retirar o crucifixo que trazia ao pescoço, noticia a Renascença.

O pedido para que retirasse a cruz e o fio que a suporta foi feito pelos responsáveis do hospital que pertence à National Health Service, o Serviço Nacional de Saúde daquele país.

Segundo os responsáveis do hospital, o crucifixo apresentava dois perigos. Por um lado podia ser um ponto de contágio, albergando infecções, e por constitui um perigo de saúde uma vez que: “um doente pode agarrar um colar ou um fio, causando ferimentos ao funcionário”.

O hospital ainda sugeriu que Helen Slatter andasse com a cruz no bolso, mas a católica inglesa recusou-se.

Lamentando a perda do seu emprego, Helen perguntou porque razão não tinha sido informada destas condições na sua entrevista de emprego, alegando que do ponto de vista da NHS era um desperdício, pois tinham gasto dinheiro a treiná-la. Ainda por cima, afirmou: “trabalhei aqui durante 15 meses sem que isto constituísse qualquer problema”.

A NHS insiste que não se trata de uma questão religiosa, mas sim de ordem disciplinar, a ver com a saúde e segurança no local de emprego, e o respeito pela farda obrigatória, e realça que a enfermeira não foi despedida nem suspensa, tendo optado por não se demitir para não incorrer num processo disciplinar.

Casos recentes, contudo, parecem apresentar um padrão. O ano passado a enfermeira Caroline Petrie foi suspensa por se ter oferecido para rezar por uma doente. O caso suscitou tanta polémica que o hospital readmitiu-a, clarificando que pode continuar a rezar pelos doentes desde que averigúe de antemão se eles têm alguma “necessidade espiritual”.

Fonte: Agência Ecclesia.

Mensagem do dia (28/06/2009)

A glória de Deus é o Homem vivo, e a vida do Homem consiste em ver a Deus. Pois se a manifestação de Deus que é feita por meio da criação, permite a vida de todos os seres vivos na Terra, muito mais a revelação do Pai que nos é comunicada pelo Verbo, comunica a vida àqueles que amam a Deus.

Santo Irineu de Lyon.

Mensagem do dia (26/06/2009)

Por muito que ames, nunca amarás bastante. O coração humano tem um coeficiente de dilatação enorme. Quando ama, alarga-se num crescendo de carinho que ultrapassa todas as barreiras. Se amas o Senhor, não haverá criatura que não encontre lugar em teu coração.

São Josemaría Escrivá.

Ano Sacerdotal

Começou hoje o Ano Sacerdotal, proclamado pelo Papa Bento XVI. Este tempo tem por intenção, segundo as palavras de Sua Santidade, “contribuir para fomentar o empenho de renovação interior de todos os sacerdotes para um seu testemunho evangélico mais vigoroso e incisivo”.

A seguir, matéria da agência Zenit:

Bento XVI inaugura Ano Sacerdotal pedindo presbíteros santos

O maior sofrimento da Igreja é o pecado dos seus sacerdotes

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 19 de junho de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI inaugurou o Ano Sacerdotal na tarde desta sexta-feira, constatando a necessidade que a Igreja tem de santos sacerdotes.

Ao mesmo tempo, ao presidir as segundas vésperas na Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, na Basílica Vaticana, reconheceu que o maior sofrimento para a Igreja é o pecado dos sacerdotes.

A celebração começou quando o Papa se dirigiu à Capela do Coral da Basílica de São Pedro para venerar em silêncio o coração do Santo Cura de Ars, São João Maria Vianney; neste ano se comemora precisamente o 150º aniversário do seu falecimento.

“A Igreja tem necessidade de sacerdotes santos – disse o Papa na homilia; de ministros que ajudem os fiéis a experimentarem o amor misericordioso do Senhor e sejam suas testemunhas convictas.”

Por isso, convidou os crentes a pedirem “ao Senhor que inflame o coração de cada presbítero” de amor por Jesus.

“Como esquecer que nada causa mais sofrimento à Igreja, Corpo de Cristo, que os pecados dos seus pastores, sobretudo daqueles que se convertem em ‘ladrões de ovelhas’, seja porque as desviam com suas doutrinas privadas, seja porque as atam com os laços do pecado e da morte?”, perguntou-se o Papa.

“Também para nós, queridos sacerdotes, aplica-se o chamado à conversão e a recorrer à misericórdia divina, e igualmente devemos dirigir com humildade incessante a súplica ao Coração de Jesus, para que nos preserve do terrível risco de causar dano àqueles a quem devemos salvar”, disse o Papa aos numerosos presbíteros e bispos presentes.

Por isso, afirmou: “Nossa missão é indispensável para a Igreja e para o mundo, e exige fidelidade plena a Cristo e uma incessante união com Ele, isto é, exige que busquemos constantemente a santidade, como o fez São João Maria Vianney”.

Todos os católicos são convidados a viverem este ano com máxima intensidade, na oração e na fidelidade ao Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, à tradição da Igreja e seu magistério.

Decreto da Penitenciaria Apostólica concedeu indulgência parcial durante este Ano Sacerdotal a todos os fiéis que rezarem devotamente 5 Pai Nossos, Ave Marias e Glórias, ou outra oração devidamente aprovada “em honra do Sacratíssimo Coração de Jesus, a fim de obter que os sacerdotes se conservem em pureza e santidade de vida”.

Mais textos a respeito do Ano Sacerdotal:

Igreja inicia ano dedicado aos sacerdotes

Celebração convocada por Bento XVI quer recordar importância do papel e da missão dos padres no mundo de hoje

Depois do Ano Paulino, Bento XVI coloca a Igreja em celebração com um Ano Sacerdotal, que se iniciou esta Sexta-feira, festa do Coração de Jesus e dia de oração pela santificação dos sacerdotes. A iniciativa encerra-se a 19 de Junho de 2010, após um Congresso Internacional, em Roma. O anúncio desta celebração teve lugar no passado dia 16 de Março, no Vaticano, quando o Papa recebeu em audiência os participantes da assembleia plenária da Congregação para o Clero, aos quais disse que o Ano Sacerdotal tinha em vista “favorecer a tensão dos sacerdotes para a perfeição espiritual”. Bento XVI convidou a Igreja a “promover e coordenar as várias iniciativas espirituais e pastorais que parecerem úteis para fazer compreender cada vez mais a importância do papel e da missão do sacerdote na Igreja e na sociedade contemporânea”.

Já esta semana, na carta de proclamação do Ano, o Papa quis “evocar com ternura e gratidão o dom imenso que são os sacerdotes não só para a Igreja mas também para a própria humanidade”. “Penso em todos os presbíteros que propõem, humilde e quotidianamente, aos fiéis cristãos e ao mundo inteiro as palavras e os gestos de Cristo, procurando aderir a Ele com os pensamentos, a vontade, os sentimentos e o estilo de toda a sua existência”, acrescentou.

A celebração acontece nos 150 anos da morte de João Maria Vianney, o Santo Cura d’Ars, patrono de todos os párocos do mundo.

Uma das prioridades deste Ano consiste na oração e no estabelecimento de condições para que mais pessoas escutem o apelo de Jesus Cristo e decidam ser sacerdotes. As comunidades são também convidadas a relembrar os exemplos, discretos e heróicos, de padres que seguiram a vontade de Deus, recolhendo motivos de esperança da sua memória.

(…)

O responsável pela Congregação para o Clero, do Vaticano, Cardeal Claúdio Hummes, assinala na mensagem que enviou aos padres de todo o mundo que “a Igreja quer dizer antes de tudo aos sacerdotes, mas também a todos os cristãos, à sociedade mundial, através dos meios de comunicação global, que ela se orgulha de seus sacerdotes, os ama, os venera, os admira e reconhece com gratidão seu trabalho pastoral e seu testemunho de vida”.

Este responsável não ignora que alguns destes sacerdotes “apareceram  envolvidos em problemas graves e situações delituosas”, considerando que “é preciso continuar a investigá-los, julgá-los devidamente e puni-los”.

“Estes casos, contudo, dizem respeito somente a uma percentagem muito pequena do clero. Na sua imensa maioria, os sacerdotes são pessoas muito dignas, dedicadas ao ministério, homens de oração e de caridade pastoral, que investem toda sua vida na realização de sua vocação e missão, muitas vezes com grandes sacrifícios pessoais, mas sempre com amor autêntico a Jesus Cristo, à Igreja e ao povo”, aponta.

Fonte: Agência Ecclesia.

Papa condena «pecados» e exige fidelidade aos padres

Ano Sacerdotal inaugurado no Vaticano, diante das relíquias do Santo Cura d’Ars

Bento XVI condenou esta Sexta-feira, no Vaticano, os “pecados dos pastores” da Igreja e pediu fidelidade aos que foram consagrados neste ministério. O Papa assinalava a abertura do Ano Sacerdotal, por ele convocado no 150.º aniversário do Santo Cura d’Ars, João Maria Vianney.

Na homilia da celebração de Vésperas e diante da relíquia do coração do Cura d’Ars, o Papa disse aos padres presentes que “a nossa missão é indispensável para a Igreja e para o mundo” e que a mesma exige “fidelidade”.

“Nada faz sofrer tanto a Igreja como os pecados dos seus pastores”, assinalou Bento XVI, numa cerimónia que decorreu na Basílica de São Pedro e para a qual estavam convidados os sacerdotes de todo o mundo.

Ao recordar as “promessas sacerdotais” que se pronunciam no dia da ordenação, o Papa alertou para os padres que se tornam “ladrões de ovelhas, seja porque as desviam com as suas doutrinas privadas, seja porque as sufocam com laços de pecado e de morte”.

Neste contexto, deixou um apelo à “conversão e ao recurso à Divina Misericórdia” para esconjurar o “terrível risco de prejudicar os que somos obrigados a salvar”.

O Papa falou do “coração de Deus”, “um Deus que se comove”, e da “ingratidão” com que o seu amor é várias vezes recusado. “O coração de Cristo expressa o núcleo essencial do Cristianismo”, indicou, aludindo a festa celebrada. Para Bento XVI, em Jesus está “toda a novidade revolucionária do Evangelho, o amor que nos salva e nos faz viver já na eternidade de Deus”.

Mais à frente, lembrou a “bela e comovente afirmação” do Cura d’Ars, que dizia que “o sacerdócio é o amor pelo coração de Jesus”. “Nós presbíteros fomos consagrados para servir, com humildade e autoridade, o sacerdócio comum dos fiéis”, indicou.

Bento XVI desafiou os presentes a fazer deste Ano Sacerdotal “uma ocasião para crescer na intimidade com Jesus, que conta conosco, seus ministros, para difundir e consolidar o seu reino”, sendo no mundo de hoje “mensageiros de esperança, reconciliação e de paz”.

“Para ser ministros ao serviço do Evangelho é útil, certamente, o estudo com uma apurada e permanente formação pastoral, mas é ainda mais necessária a ‘ciência do amor’ que se aprende só no ‘coração a coração’ com Cristo”, advertiu.

A Igreja, disse o Papa, “tem necessidade de sacerdotes santos, que ajudem os fiéis a experimentar o amor misericordioso do Senhor e sejam testemunhas convictas”.

No início da celebração, Bento XVI proclamou a oração para o ano sacerdotal, pedindo que “por intercessão do Santo Cura d’Ars, as famílias cristãs se tornem ‘pequenas igrejas’, nas quais as vocações e todos os carismas, dados pelo Espírito Santo, possam ser acolhidos e valorizados”.

Fonte: Agência Ecclesia.

China – Ano Sacerdotal: O testemunho de Pe. Jin Feng Zhi, que apoiando-se numa bengala, há 20 anos visita sem cessar os 200 povoados de sua paróquia

Xian Xian (Agência Fides) – Por ocasião do início do Ano Sacerdotal, a Agência Fides entende oferecer algumas humildes e ao mesmo tempo emocionantes testemunhos de sacerdotes que dedicaram e continuam dedicando suas vidas ao Evangelho de Cristo, não obstante as doenças ou a idade avançada.

“Em Dom Jin Feng Zhi vimos Jesus”: são as palavras dos fiéis da parróquia de Long Tun da diocese de Xian Xian (hoje Cang Zhou), que é uma paróquia modelo para a evangelização da diocese. “Um idoso sacerdote, doente, que se apoia numa bengala e leva sempre consigo um rolo de imagens sagradas e várias Bíblias”, assim os paroquianos descrevem o seu pároco, Pe. Jin, de 68 anos, ordenado sacerdote em 1985. Na vida ele é geralmente calado, mas quando começa a falar de Jesus se transforma numa “falar”. Prestou serviço pastoral nesta paróquia há mais de 20 anos, ocupando-se de mais de 200 povoados. Diz muitas vezes que: “sou um pecador comum. Se sirvo para fazer algumas coisa, é tudo graças ao Senhor, graças à guia do Espírito Santo. Não posso me permitir nunca de tirar esse merecimento que é do Senhor”.

Antes de 1985 nesta localidade viviam somente cerca de 200 fiéis, espalhados por dezenas de povoados, sem nenhuma igreja. Hoje, 200 povoados contam mais de 5.000 fiéis com cerca de vinte igrejas. No muro do modesto quarto de Pe. Jin, está o mapa que recorda os batismos dos últimos 8 anos: 97 em 2002, 249 em 2003, 291 em 3004, 387 em 2005, 488 em 2006, 580 em 2007. No ano passado, após as severas provas de Pe. Jin para melhorar a formação dos catecúmenos, foram batizados 345 pessoas. Somente na Páscoa de 2009 foram feitos 280 batizados. Graças a seu exemplo, formou um grupo de catequistas que anunciam o Evangelho como os Apóstolos que seguiam Jesus.

Quando alguém pede os sacramentos ou quer ser informado sobre temas da fé, ele deixa de fazer qualquer coisa (até mesmo se está comendo ou está fazendo a injeção para a diabete) e vai imediatamente atender aquela pessoa. Não aceita nunca ir comer fora, porque “se um sacerdote fuma, bebe ou come fora, não favorece a missão da evangelização”. Há três anos, dois dias de forte temporal destruíram a estrada que ligava um dos vilarejos. Um camponês marcou um encontro uma semana antes com padre Jin, para conhecer a fé, mas não pensava mais recebê-lo em casa devido ao mau tempo. Mas a sua família viu chegar padre Jin todo ensopado e coberto de lama, apoiando-se na sua bengala. Havia percorrido à pé 15 km de estrada sob a chuva intensa. Hoje, toda a família desse camponês e alguns dos seus vizinhos são católicos. Todas as vezes que os fiéis levam algum ovo, fruta ou doce para padre Jin, logo depois, todas essas coisas são levadas para a Casa dos Idosos ou para as crianças do asilo.

A formação dos fiéis é a sua preocupação principal, porque “hoje as pessoas são muito mais instruídas, e se os fiéis não possuírem formação como podem evangelizar os outros?”. No passado, presenteava sempre os novos batizados com pequenas imagens ou medalhas sagradas, atualmente, presenteia sempre com a Bíblia, livros sagrados, assinaturas de jornais católicos. Em 2009, fez 280 assinaturas de jornais católicos (Faith) para a sua paróquia.

Os seus fiéis rezam e fazem votos de poder vê-lo por muitos anos, com a sua figura um pouco curvada, apoiado na bengala, com um rolo de imagens sagradas debaixo do braço, com um saco de pano que contém um pedaço de pão duro e a água, indo de um lado a outro na vinha do Senhor da paróquia de Long Tun. Nessa figura de sacerdote está também o segredo do sucesso da evangelização de Long Tun. (NZ) (Agência Fides 17/06/2009)

Fonte: Agência Fides.