Para a glória de Deus, em comunhão com a Santa Igreja Católica Apostólica Romana

Jornada Cristã


quarta-feira, 16 de setembro de 2009



Parabéns à Universidade Católica de Goiás por não se dobrar ao lobby de fanáticos religiosos e outros pobres coitados que se julgam senhores da verdade. Uma universidade deve formar cidadãos conscientes, livres e independentes de dogmas. Mais uma vez, parabéns UCG!

A missão de uma universidade católica é promover os dogmas católicos, e entre estes dogmas está o de promover a vida desde a concepção. Portanto, é muito simples: como revelou William Murat, do Blog Contra o Abortoa Universidade Católica de Goiás se omite perante a propaganda abortista, indo claramente contra os ensinamentos da Igreja Católica. Sendo assim, aqueles católicos que têm um mínimo de amor à Sua Igreja devem protestar e manifestar-se veementemente contra a veiculação, no interior da universidade, de uma propaganda que defende que as mulheres tenham o “direito” de matar seus filhos deficientes ainda não nascidos.

Vejam a que ponto chegamos: o católico que defende a doutrina da Igreja Católica e exige que uma instituição católica apenas cumpra a sua obrigação de seguir o Magistério da Igreja, é chamado de… fanático religioso! Não é uma gracinha o “raciossímio” desses iluminados? Ou seja: quem é religioso tem que agüentar caladinho uma propaganda a favor do assassinato de inocentes dentro de uma universidade católica! Tudo isso para agradar sujeitos como esse daí!

Certamente, para este paladino iluminista, as pessoas devem ser independentes de dogmas… exceto do dogma fundamental e inalienável de criticar e ridicularizar católicos e os princípios da Igreja Católica!

Não é uma humilhação certos homens da Igreja Católica se rebaixarem e se submeterem a lobbies de seus próprios inimigos, buscando a aceitação e os aplausos dos mesmos?

Os dirigentes de uma Universidade Católica devem estar conscientes de sua missão, que é a de estar em comunhão com a doutrina católica; devem ter consciência de que não existe liberdade frente ao erro; e devem ter independência e coragem para dizerem não à cultura de morte que avança velozmente e é uma ameaça à própria civilização.

Quando um palhaço como esse aí de cima vem bater palmas para uma instituição católica, isso acontece porque tal instituição está fazendo alguma coisa contra a própria Igreja Católica. Infelizmente, o que parece é que as universidades católicas estão interessadas não em agradar a Nosso Senhor Jesus Cristo, mas sim a Satanás e seus sequazes.

Por fim, quero crer que o arcebispo de Goiânia Dom Washington Cruz ainda não esteja ciente desta publicidade. Afinal, sua Excelência escreveu um artigo comentando o triste caso da menina pernambucana de nove anos grávida de gêmeos, cujos bebês foram abortados. Eis um trecho:

Imaginemos a possibilidade inversa, de a mãe e as crianças serem saudavelmente acompanhadas pela família, por instituição social idônea ou por alguma instituição religiosa. Imaginemos a possibilidade de que os filhos daquela pequena mamãe, não obstante terem sido gerados de modo impróprio, pudessem ter sido para ela, passadas todas as tormentas, pequeninos responsáveis por um novo sentido para a vida dela e dos seus. A esperança sempre existe. Matar pessoas humanas indefesas dentro do ventre de uma mãe, não lhes dando a chance de viver com a dignidade inerente aos filhos de Deus, é um ato extremamente desumano. Somente uma sociedade onde a vida equivale a um bem de consumo, o qual pode ser descartado a qualquer tempo, poderia defender a morte de uma criança e, mais grotesco ainda, a morte de uma pessoa em estado embrionário.

“Não matarás”. O mandamento divino é aplicável à vida humana em toda a sua extensão. Não matarás a pessoa concebida ou ainda em estado embrionário, não matarás as crianças já nascidas, não matarás os jovens, os adultos e os idosos.  Além de ser um mandamento contido na lei de Deus, espera-se que qualquer pessoa, movida por quaisquer convicções éticas, filosóficas ou religiosas, também não mate outro ser humano.

Clique aqui para ler o artigo “A soberania do dom da vida” na íntegra.

Como bem diz Dom Washington, “o mandamento divino é aplicável à vida humana em toda a sua extensão”, inclusive aos bebês anencéfalos. Publicidade em favor do direito de matar esses bebês dentro de uma universidade católica é especialmente escandalosa, pois vai de encontro ao que ensina a Igreja. E em uma instituição católica, os ensinamentos católicos é que devem prevalecer.

Para entrar em contato com o arcebispo Dom Washington e com a arquidiocese de Goiânia, o email é vicom@arquidiocesedegoiania.org.br. O telefone é (62) 3229-2673.

Postado às 12:55 | Tags: , , , , , , , , , , , , ,

8 Comentários

  1. Saulo Silva disse:

    Gostaria de deixar claro que não conheço e nunca fui à Universidade Católica de Goiás, mas como em Pernambuco nós temos uma Universidade Católica também, quero exortar minha tristeza em saber que uma universidade conhecida por ser originada de uma religião aberta a novos fiéis e que respeita todas as outras instituições religiosas, porém com a firmeza e convicção da verdade em Cristo, como essa instituição permite que mensagens totalmente contrárias a seus ensinamentos possam vincular em meio a seus corredores.
    Tudo bem que a liberdade de expressão e de pensamento deve ser respeitada e defendida assim como o estado de laicidade dos alunos, que não são forçados a serem católicos, mas em todo lar tem regras a serem seguidas e respeitadas. Ao permitirmos que um convidado venha à nossa casa para qualquer evento, mesmo que passe mais de um dia, a liberdade do convidado termina quando começam as regras da casa. Simples e bem compreensível.
    Aborto, uso de embriões para outros fins, educação homossexual, medidas anticoncepcionais e outros assuntos polêmicos não devem ser expressados através de ditatuda numa instituição de ensino, a imposição não deve prevalescer, mas o respeito as leis(instigar ao aborto é crime) e às “regras da casa” também não.

  2. Karina disse:

    E desde quando defender a vida é dogma católico? Quer dizer que a vida dos não católicos pode ser atacada livremente, pois só a Igreja Católica tem um DOGMA que diz que devemos defender a vida? Cada um que aparece!!!

  3. JORNADA CRISTÃ disse:

    Karina, você poderia explicar melhor seu comentário?… Já apaguei comentário aqui te xingando, garota…

  4. Karina disse:

    Seguinte: se defender a vida é um dogma da Igreja Católica e de fanático religioso, então só a vida dos católicos é que deve ser defendida? Quando a Igreja se pronuncia contra o aborto, deveria se pronunciar somente contra o aborto de crianças de famílias católicas? E dizer que a vida começa na concepção é dogma também? Algumas pessoas esquecem que a vida é um dom, não nos pertence. A defesa da vida não deveria se restringir a um caráter religioso, mas no mínimo em algo como “sobrevivência da espécie”.
    Quanto aos comentários em que me xingam, algumas pessoas ignoram que, muitas vezes, uso de ironia, como o Marcos Fontana, de quem inclusive já elogiei um texto. Mas, a gente dá a cara a tapa, né?
    Eu sou em defesa da vida, e se isso é ser intransigente e alvo de críticas, então que me critiquem todos os dias.

  5. Michele Oliveira disse:

    Karina, se isso te conforta um pouco: o quanto eu também já fui ofendida por pessoas que nem conheço só por defender a vida e outras posições mais conservadoras. Já estou até preparando o estômago se ano que vem ingressar mesmo em uma universidade federal, o maior antro de esquerdistas, Não se preocupe, não é a única a sofrer essas retaliações.

  6. Karina disse:

    Michelle, Deus abençoe para ingressar na faculdade. É sempre bom ter uma luz no meio de tanta escuridão. E você vai encontrar outras luzes para te fazer companhia, com certeza!

  7. Valdir A. C. disse:

    Karina:

    Fui eu quem a criticou (Xingou.. isso sim! eheh) e, por incapacidade intelectual minha, interpretei sua ironia ao contrário!
    Você está correta! Aborto não é só crime: é pecado e clama a Deus por justiça!!! É inacreditável como as pessoas atacam a Igreja sem um mínimo de conhecimento (se o tem é por má fé e desonestidade) e arrancam pérolas como as que vc irônicamente exemplificou.
    Peço desculpas pelo aos responsáveis pelo Jornada e felicíto-os por não o publicarem!

  8. Karina disse:

    Valdir, sem problemas, eu também às vezes tenho que ler um texto duas vezes para perceber uma ironia, apesar de ser adepta dela :)
    Hehe, ainda bem que você me xingou no intuito de defender a vida! Dia desses uma menina falou que eu estava julgando as amigas dela, que optaram por abortar seus filhos indesejados, e eu havia falado que quem aborta está “queimando arquivo” ou “apagando evidências de um crime”. Ah, ela ficou furiosa, disse que isso é coisa de traficante e que as amigas delas não são assim. Só que, e eu realmente não tinha nem tenho intenção de julgá-las, o que ninguém quer ver é que o aborto nesses casos de “gravidez indesejada” nada mais é que uma tentativa de sumir com as evidências de um erro cometido, coisa que raramente você faz sem ser “descoberto” na vida profissional, por exemplo.
    No caso de uma criança com má formação, eu só fico pensando o seguinte: uma mãe que aborta um filho com anencefalia, por exemplo, no meu ver está dizendo a seus outros filhos – “olha, está vendo, se vocês ficarem doentes a ponto de me fazer sofrer e os dias de vida de vocês não fazerem valer a pena, eu vou desistir de vocês também”. Como se algum de nós que nascemos “perfeitos” não tivéssemos chance, em nenhum momento de nossas vidas, de nos “tornarmos imperfeitos”.

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